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8 jun., 2018

Depois de uma manhã de espiritualidade, dezenas de padres diocesanos e religiosos celebraram juntamente com Dom Luiz missa pelo Dia Mundial de Oração pela Santificação do Clero.



jun. 5, 2018

Nos dias 2 e 3 de junho milhares de peregrinos estiveram no Santuário Nacional de Aparecida para participar da tradicional Romaria Anual da Legião de Maria. Há 62 anos os membros da Legião visitam o Santuário, este ano cerca de 12 mil pessoas participaram, segundo a coordenação nacional do grupo.

Foram dois dias de intensas atividades, com momentos de oração, via sacra e missas na Basílica. Foram realizadas, também, reuniões onde ficaram estabelecidas as diretrizes para o próximo ano e grande participação da Juventude Legionária de várias partes do Brasil.

O movimento Legião de Maria é uma associação internacional de fiéis da Igreja Católica e é formada por leigos que de forma voluntária, contribuem para a ação evangelizadora da igreja, sob a proteção e exemplo de Maria. Na Diocese de Campo Limpo são mais de 500 legionários e cerca de 150 membros participaram da peregrinação.

Um dos pontos altos de espiritualidade aconteceu no sábado de manhã em frente à Basílica Velha, com uma grande concentração para a oração do Ofício de Nossa Senhora e a procissão em direção ao morro do Cruzeiro. “Esta peregrinação é um momento forte de revigorar a fé e de reavivamento espiritual”, comentou Adriana Maria, secretaria da Comitium Nossa Senhora de Fátima, da Diocese de Campo Limpo.

No encerramento das atividades do sábado, durante sua homilia, o Bispo da Diocese de Iguatu-CE, Dom Edson de Castro Homem falou sobre o papel fundamental do movimento: “A Legião de Maria existe para revitalizar os irmãos nas diversas situações”.

No domingo, em frente à tribuna, milhares de peregrinos empunhavam seus estandartes e foi preciso um esquema especial para a acomodação de todos, já que o número de participantes foi bem maior que de anos anteriores. A Santa Missa de domingo, celebrada também por Dom Edson, mais uma vez, foi o alimento necessário para o fortalecimento da fé e o desejo de propagar a mais pessoas a devoção mariana.

Que Nossa Senhora Aparecida interceda por todos os legionários!

 

Legião de Maria Diocese de Campo Limpo

Comitium Nossa Senhora de Fátima

Reuniões 2º Sábados do mês das 14h30 às 17h

Salão Nossa Senhora das Graças (Rua Louis Boulanger, 190 – Jd. Bom Refúgio)

 


5 jun., 2018

Paróquia Santos Mártires realiza mais uma vez a romaria das águas em caminhada de conscientização e respeito à natureza.


4 jun., 2018

No dia 03 de junho, a comunidade do bairro de Piraporinha comemorou com alegria e emoção a dedicação da Igreja matriz da Paróquia Bom Jesus de Piraporinha, Forania M’ Boi Mirim, com a celebração do rito solene de dedicação, onde se pede a Deus para que o lugar edificado com pedras se transforme em sinal visível para todos os fiéis em uma casa de adoração ao Senhor. A cerimônia foi presidida por Dom Luiz Antônio Guedes, Bispo Diocesano de Campo Limpo.

Em seu discurso de acolhida, Dom Luiz fez questão de expressar a sua alegria e satisfação com o empenho da comunidade na construção do novo edifício que agora abriga a comunidade paroquial em definitivo e agradeceu a presença de todos os fiéis e padres. Convidou todos a prestarem atenção na celebração do inicio ao fim, frisando que a liturgia por si só já é uma catequese de grande ensinamento na compreensão do ato de se consagrar a Deus uma igreja.

O Pároco, Padre Adilson Ulprist, visivelmente emocionado, fez um breve relato sobre o histórico da paróquia e sua construção e entregou ao Bispo, responsável pelas paróquias da diocese, o templo da igreja de Bom Jesus de Piraporinha: “entrego o templo desta igreja ao senhor para que assim ela seja dedicada e continue a ser lugar de manifestação de fé e devoção ao Bom Jesus”.

Em seguida, o bispo abençoou a água e aspergiu na assembléia e em todas as paredes, como um sinal de purificação.

Durante a homilia, Dom Luiz recordou que o cristão é pedra viva na construção da igreja em que Jesus é o alicerce, “nós povo de Deus, pessoas de fé em Jesus Cristo, pessoas consagradas pelo Batismo e pela Crisma, formamos o grande templo vivo, Jesus habita esta igreja viva. Quanto mais fiel for a comunidade eclesial, mais isso se torna verdade. Aquele que quer se encontrar com Jesus, esteja em comunidade, aquele que deseja ouvir a Jesus Ressuscitado, ouça aqueles que são os discípulos Dele, quem quiser conviver com Jesus, viva a comunidade com fé, esperança, carinho e amor. Todos nós temos vocação de sermos povo de Deus, de sermos templo vivos, onde a humanidade pode encontrar Jesus Ressuscitado”, destacou.

Dedicação do templo e do altar

Depois da homilia, teve início o rito de dedicação. Dom Luiz, ungiu todo o altar com o Santo Oléo e em seguida, com a ajuda dos padres presentes, foi à vez da unção das doze cruzes que estão nos pilares por toda a extensão da igreja e que simbolizam os doze apóstolos, significando também que o templo é dedicado exclusivamente e para sempre ao culto cristão.

Depois da limpeza do altar, foi realizada a insensação. Queimar o incenso significa o sacrifício de Cristo e também expressa o sacrifício da Igreja, assim como a fumaça alcança o céu, também as orações chegam a Deus. O altar foi revestido em seguida com uma linda toalha branca, local de sacrifício e ao mesmo tempo, a mesa do Senhor, onde são celebras a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.

Neste momento, aconteceu à iluminação do altar, ornamentação com flores e foram acessas as luzes de toda a igreja. A claridade da vela recorda que Cristo é a “luz para se revelar as nações”, cuja luminosidade resplandece a Igreja e por ela toda a família. Após todo o rito, o bispo prosseguiu com a liturgia eucarística.

Padre Adilson, confirmou a alegria dos paroquianos ao celebrarem este rito e as muitas batalhas vencidas nesta etapa de edificação da nova igreja: “o trabalho foi realizado visando justamente que o templo fosse dedicado a Deus e ao padroeiro, então está é uma festa e uma graça para todos nós, ver de fato isso tudo se tornar um lugar sagrado, de oração, de respeito e lugar de celebração dos sacramentos, estamos todos muito felizes”.

Paróquia Bom Jesus de Piraporinha

No começo do século XX, depois de receber uma grande graça, um devoto que tinha problemas de locomoção estando quase paraplégico, alcançou o milagre da cura, através do Bom Jesus, prometeu erguer uma capela em gratidão e assim o fez.

Com o tempo o aumento na participação de fieis também cresceu, e a capela que a principio era particular, mudou de lugar e tornou-se pública, igualmente dedicada ao Bom Jesus. As muitas caravanas e romeiros que seguiam para o Santuário Bom Jesus de Pirapora, já naquela época, paravam na capelinha do Bom Jesus para fazer as suas orações e seguir viagem.

Nesta ocasião a capela era atendida pelos padres da Paróquia Nossa Senhora do Socorro, e muitas pastorais e movimentos foram criados. Em 1967 a capela se torna paróquia e para se diferenciar do Santuário Bom Jesus de Pirapora, recebe o nome de Paróquia Bom Jesus de Piraporinha.

A cada ano a participação era maior e por diversas vezes aconteceu à ampliação dos espaços da igreja, até que em 1980 a igreja estava pronta, permanecendo como era até os anos 2000. Desde a década de 80, já se falava em um projeto de construção de uma avenida sobre o córrego Ponte Baixa, mas o projeto foi por anos desacreditado, já que seriam necessárias inúmeras desapropriações.

Depois de 30 anos a notícia de que a avenida seria construída finalmente chegou. Por graça de Deus, pouco tempo antes da notificação um prédio atrás da igreja, que pertencia a um supermercado já havia sido comprado, e a antiga igreja, no princípio foi alugada e depois vendida. A matriz do Bom Jesus de Piraporinha, funcionou como igreja por doze anos com a mesma fachada do antigo supermercado.

Um grande envolvimento e esforço de todos transformou o supermercado em igreja e hoje é possível notar todo o seu esplendor e beleza bem no meio do bairro da Piraporinha.


1 jun., 2018

Em um dia ensolarado e de muita alegria centenas de fieis participaram da procissão do Corpo de Cristo cantando o amor e adoração pelas ruas no entorno da Catedral Sagrada Família.


25 maio, 2018

Dia desses me deparei com um artigo de um padre conhecido de outra diocese, que respondia a uma antiga paroquiana, que por motivos financeiros, precisou mudar de cidade e conseqüentemente também da sua paróquia e que estava encontrando dificuldades para se adaptar a uma nova comunidade.  Imediatamente me veio à lembrança diversas situações envolvendo católicos também da nossa diocese de Campo Limpo.

Infelizmente, por motivos financeiros e outros mais é muito comum precisar mudar de casa, bairro, cidade e até mesmo de país.  Amizades que foram sendo construídas por anos de convivência sofrem com um  distanciamento repentino. Com o passar do tempo, nossos vizinhos mais próximos vão se tornando quase que um parente, são relações fortes, que criaram raízes ao longo dos anos e que agora sofrem as conseqüências de uma mudança. A caminhada na Igreja, lugar onde somos alimentados em nossa fé, a intimidade, a amizade com o sacerdote e os demais membros da comunidade também são abalados. Surgem os desencontros e distanciamentos... O que fazer?

Em primeiro lugar é preciso ter claro que cada um de nós, pelo Sacramento do Batismo, somos a Igreja viva de Cristo. Não importa onde estejamos a Igreja sempre estará conosco. Ela é cada um de nós. “Ide por todo o mundo e anuncie o evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). Portanto, em qualquer lugar onde você estiver morando, você é um sinal visível da Igreja de Jesus Cristo.

Assim que você se instalar em seu novo endereço, procure localizar a paróquia ou comunidade católica mais próxima de sua nova residência. Comece participando das missas. Chegue sempre um pouco mais cedo nas celebrações, contemple Jesus no Sacrário, é a Ele que primeiro você deve se apresentar. Apresente-se às pessoas e se coloque a disposição para ajudar no que falta fazer. Lembrem-se, quem realmente quer ajudar não escolhe o que fazer.

Assim que tiver oportunidade apresente-se ao pároco ou coordenador da comunidade. Diga de onde você veio e conte o que você fazia em sua outra comunidade.  Coloque-se a disposição para fazer o que for preciso e não deseje fazer as mesmas coisas que você fazia anteriormente.  Essas mudanças são sempre uma grande oportunidade para aprendermos a fazer coisas novas e diferentes. Jamais chegue “mandando ou fazendo comparações”.

Existem muitas carências  nas nossas comunidades. Os padres sempre têm dificuldades para encontrar pessoas que queiram fazer trabalhos simples.  Há uma grande falta de pessoas para rezar, ficar diante do sacrário para adorar o Cristo.  Visite os doentes e idosos que em sua maioria, ficam muito tempo sozinhos. Emprestar o ouvido para essas pessoas é algo muito enriquecedor.  Fazer visitas missionárias, visitar as famílias que desejam batizar seus filhos e famílias carentes. Há uma infinidade de trabalhos pastorais. Apenas se dê oportunidade e tenha humildade para ir construindo e conquistando seu espaço nesta nova família. Tudo, no tempo oportuno, se acomodará e você voltará a ser aquela pessoa engajada e envolvida nas atividades da sua nova comunidade. Não esqueça que em  sua antiga comunidade também ficou um grande vazio, por isso não deixe de visitá-los.

Somos igreja onde quer que estejamos não desista nunca de continuar sua caminhada como Cristão, seja na sua casa, rua, escola, empresa. Há muitas pessoas que ainda não conhecem o Evangelho de Jesus Cristo e nunca tiveram contato com ele, não têm a Bíblia para ler. Elas não têm outro Evangelho a não ser a nossa própria vida como testemunho que Cristo ainda continua agindo no meio da humanidade.

Pe. Marcos J. Patrício é Coordenador Geral de Pastoral na Diocese de Campo Limpo


21 maio, 2018

Paróquia São Pedro Fourier (Forania Campo Limpo) e Paróquia São Luís Gonzaga (Forania Mirim-Guaçu) acolhem a equipe do SAL para a Jornada Litúrgica Diocesana