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27 maio, 2020

Uma criança não pode ou nem sempre sabe expressar suas emoções e seus sentimentos com palavras, mas as formas que desenha e as cores que usa podem falar. Aqui estão algumas dicas para entender melhor os seus filhos através de suas obras de arte


21 maio, 2020

Estamos contemplamos o Evangelho vivo em meio à pandemia. Presenciamos o plantio de joio e trigo no meio de nossa sociedade, e embora os dois crescem lado a lado, o trigo da solidariedade vem se tornando alimento para tantas pessoas e o joio da descrença será certamente lançado ao fogo. É verdade, tudo vai passar, mas o trigo da solidariedade continuará fazendo a diferença na vida de todos.

No mês de março, a Paróquia São Luis Gonzaga, forania Mirim-Guaçu, começou a arrecadação de alimentos nos bairros periféricos do seu entorno. “Desta forma, com a solidariedade dos pequenos, no mês de abril conseguimos oferecer a 86 famílias as primeiras cestas básicas, enquanto no mês de maio alcançamos outras 97 famílias e agora, para o mês de junho, temos a meta de ajudar mais de 200 famílias”, salienta o pároco Andre Vascom.

Ao mesmo tempo, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, pela Cáritas Paroquial estão sendo atendidas 140 famílias das crianças e adolescentes matriculados nos dois CCA’s São Luís Gonzaga e Jardim dos Reis.

Esta ação movimentou a Paróquia inteira e muitos manifestaram o desejo de ajudar os irmãos neste tempo, partilhando o sentimento de fazer crescer o trigo da solidariedade. Assim, em meio à pandemia, nasceu oficialmente, no mês de abril, a Pastoral Social da Paróquia São Luís Gonzaga, que conta com 20 paroquianos como membros ativos.

Domingo Solidário

No dia 26 de abril, aconteceu o primeiro “Domingo Solidário” com o intuito de preparar um almoço para os nossos irmãos em situação de rua. Trabalhando em equipes, desde a cozinha até a entrega, conseguimos levar marmitex em diversos pontos de referência das regiões: Itapecerica da Serra, M’Boi Mirim, Jardim Ângela, Menininha e praça do Campo Limpo, totalizando 120 refeições.

Partilhamos alguns depoimentos dos nossos irmãos, que tivemos a alegria de escutar:

“Que Deus abençoe o trabalho de vocês e dê saúde a vocês e suas famílias, para que possam nos ajudar, pois neste tempo as pessoas têm medo de dar comida para nós” (um irmão em situação de rua).

“Eu quero aprender, eu quero ajudar o meu irmão, a solidariedade tem que continuar” (um membro de umas das equipes de trabalho).

“O mais difícil é ver que somos uma gota no oceano, pois são muitos os que necessitam todos os dias na porta da nossa paróquia.Não consigo ficar em casa sabendo que meu próximo sente fome” (Samanta, CCA São Luís Gonzaga).

Com muita alegria e comoção podemos dizer que hoje nossa Pastoral Social está ajudando toda a Paróquia São Luís Gonzaga na busca de ser sempre mais Igreja samaritana mesmo em tempos de isolamento social e atento cuidado para a prevenção do contágio, aceitando o desafio de um trabalho que começou em tempo de crise,mas que poderá semear e colher muitos frutos.


21 maio, 2020

Os discípulos foram os primeiros a lamentar a ascensão de Jesus ao céu. Eles pensavam que Jesus se tornaria rei de Israel e ficaria com eles por um longo período. Somente depois eles entenderam quais presentes ele deu à humanidade quando deixou a Terra.


maio 14, 2020

Sem a presença de fieis, padre Paulo Visintainer toma posse, no dia de Nossa Senhora de Fátima, da Paróquia Sagrado Coração, forania Campo Limpo.


11 maio, 2020

O dia das mães é sem dúvida uma das datas mais especial do calendário nacional. Comemorado no último domingo (10) a pandemia alterou a tradição das missas dedicadas a elas, mas a tecnologia mais uma vez foi uma maneira de amenizar este distanciamento.


11 maio, 2020

Isso só será possível se alimentarmos bem o nosso corpo e, principalmente, a nossa alma.


9 maio, 2020

Diante do cenário atual de emergência em todas as partes do Brasil e do mundo causado pela pandemia do Covid-19, muitas paróquias tem se mobilizado em todas as suas dimensões, espirituais e materiais, ajudando os mais pobres e vulneráveis, em uma grande corrente de solidariedade e amor ao próximo.

Nestes tempos de pandemia, padres e membros das comunidades paroquiais se empenham para uma demonstração de unidade e solidariedade com os que mais estão sofrendo com a falta de trabalho e renda. Em todos os cantos da Diocese de Campo Limpo, surgem dia a dia iniciativas que respondem concretamente aos problemas caudados por esta pandemia.

Na Paróquia São José Operário, forania Campo Limpo, já foram doados, até o início de Maio, 300 cestas básicas e mais de 600 kits de higiene. Ações desta natureza não passaram a acontecer agora, apenas ganharam mais intensidade pelo aumento do número de pessoas que recorrem à ajuda da Igreja.  

A Igreja Católica é reconhecida em todo o mundo pelo seu trabalho social e caritativo. Em todo lugares e na Diocese de Campo Limpo não é diferente, entidades católicas são responsáveis por escolas, abrigos e várias outras instituições que fazem a diferença onde quer que estejam presentes.

 Projeto InterAção e Pastoral da Caridade

A Paróquia São José Operário do Campo Limpo abriga em suas instalações o Projeto IntegraAção, liderada pelo Psicanalista Marcelo Galvão e pelo Padre Francisco Glênio, que além de pároco dessa igreja, também é formado em psicanálise e atende pacientes através dessa iniciativa. Ao todo, são cerca de 50 profissionais que atendem em Psicoterapia, Oficinas e atendimentos de Saúde.

No início da pandemia, atendendo a orientação das autoridades para o isolamento social e às orientações da Diocese para que as igrejas permanecessem fechadas, os atendimentos passaram a ser on-line. Com isto, os profissionais notaram que a grande maioria dos atendidos se encontrava sem renda, sem trabalho e com dificuldades reais de sobrevivência.

Uma das supervisoras, Dra. Yara Malki, manifestou preocupação com a situação e se ofereceu para conseguir algum envolvimento dos amigos para comprar cestas básicas. A partir daí a grande corrente do bem se instalou e todos os voluntários do Projeto IntegrAção divulgaram esta necessidade entre seus contatos e até em seus condomínios e a ajuda superou as expectativas.

Aliado ao movimento dos doutores do projeto IntegraAção, lideranças das pastorais e movimentos da paróquia, com a autorização do padre, deram inicio a uma nova pastoral, a da Caridade, que tem como finalidade prestar assistência às famílias mais necessitadas de bens materiais, minimizando seus sofrimentos pela falta de recursos mais elementares para o próprio sustento de forma digna e humana.

Renato Ferreira, paroquiano e preocupado com a higienização, forma eficaz de prevenir o coronavirus, conseguiu em uma mobilização sem igual, montar 600 kits com: pasta dental, escova de dente, sabonete, álcool em gel e outros itens de higiene pessoal. Outros paroquianos se juntaram a ele e elaboraram juntos estratégias para a arrecadação de mais alimentos, produtos de higiene e a distribuição.

A partir disso teve início um trabalho para encontrar as lideranças comunitárias para identificar e cadastrar as famílias mais necessitadas na região paroquial. Com esse mapeamento concluído foi feita a primeira distribuição de cestas básicas, no dia 11 de Abril. Nesse dia decretou-se oficialmente a criação da Pastoral da Caridade.

Na impossibilidade de fazer o tradicional Caminhão da Solidariedade e realizar as missas do quilo, a nova Pastoral e o Projeto IntegrAção, decidiu fazer o Drive-thru do quilo, onde os interessados foram até a frente da paróquia, apenas de carro, e entregaram sua doação de alimentos.

Toda essa série de acontecimentos permitiu a distribuição de 100 cestas em abril e 204 cestas em maio. A preocupação social também está presente nas ações pastorais e isso tudo só aumenta o desafio. Enquanto a pandemia avança e tendo que lhe dar com o isolamento social, a mobilização continua a ajudar as pessoas impossibilitadas de gerar o próprio sustento.

Caridade é o ‘amar ao próximo como a si mesmo’. Aquele que tem amor, prova, não somente com palavras, mas com ações.

 

Neste momento de combate ao novo coronavírus, a solidariedade se tornou uma das principais armas contra a pandemia. Sua paróquia está promovendo ações sociais caritativas? Escreva para nós: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  WhatsApp: 11 3584-9036

 


8 maio, 2020

O ambiente é muito conhecido, o que é incomum, são os bancos vazios e as poucas pessoas presentes na celebração das Santas Missas em tempo de pandemia. Foi preciso se reinventar para fazer chegar a Palavra de Deus aos fieis. Esta situação extraordinária que o País e o mundo vive pela propagação da pandemia da Covid-19, fez crescer o número das paróquias da Diocese de Campo Limpo que estão utilizando as redes sociais para transmissões on-line, não só da Santa Missa, mas como modo de evangelizar e ainda manter contato com os paroquianos.

Desde o dia 18 de março, quando um decreto do Bispo Diocesano, Dom Luiz Antônio Guedes, proibiu a missa de forma presencial, seguindo orientações dos serviços de saúde respeitando assim o isolamento social, agentes da Pastoral da Comunicação (Pascom) de 57 paróquias tem se desdobrado para fazer chegar a mensagem do Evangelho.

Celulares, computador e televisores passaram a ser o item essencial de conectividade para todo cristão católico. Domingo, dia essencialmente dedicado ao Senhor, e quando a grande maioria dos fieis católicos participam da Santa Missa, passou a ser dia de reunir a família no sofá e participar virtualmente da celebração.

“Às vezes assistíamos missas pelas emissoras católicas, mas eu gosto mesmo de ir com a família para a Igreja, enquanto não pode, sigo reunindo a família em volta do computador todos os domingos de manhã, não é a mesma coisa, mas ajuda”, revela Maria do Socorro dos Santos, Santuário Santa Terezinha, Forania Taboão da Serra.

Adaptação das paróquias

A adaptação a transmissões on-line exigiu criatividade nas formas de conectar o povo com a sua igreja e muitas paróquias tiveram que ‘a toque de caixa’ investir em material e apreender a utilizar as ferramentas que proporcionam a transmissão.

A Pastoral da Comunicação da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, forania Capão Redondo, está no meio de um processo de melhoria de suas transmissões com compra de novos equipamentos: “O número de seguidores em nossas redes sociais tem aumentando muito nesta pandemia, temos um grupo de pessoas comprometidas em levar diariamente a Palavra de Deus aos que estão em casa, muito em breve todos poderão acompanhar pelas redes sociais conteúdo produzido na paróquia e com qualidade mais profissional”, revela a coordenadora Lia Macedo.

A paróquia Nossa Senhora do Paraíso, forania Morumbi, está transmitindo, além das missas, a hora do terço, adoração e um momento com o grupo de jovens. A coordenadora Carina Gomes revela que mesmo aqueles que têm mais dificuldade com as tecnologias, se esforçam e aprendem para que a proximidade com os paroquianos seja possível: “Está sendo incrível esta experiência, entendemos que não substitui a missa presencial, mas o retorno das pessoas, que conseguem estar perto de Jesus, mesmo através da tela, nos faz insistir e tenho certeza estar mais fortalecidos no fim desta pandemia”.

Na Paróquia São José Operário, forania Campo Limpo, as transmissões que já eram uma realidade, ganhou para os membros responsáveis pela Pascom um novo sentido. “Em várias ocasiões escutei nosso pároco usar o termo Igreja Doméstica, explicando que não basta mantermos uma rotina de frequentar a igreja e as missas de domingo que é preciso transformar nosso lar e a união da nossa família em uma extensão da nossa paróquia. Hoje com a chegada dessa pandemia, o mundo inteiro teve que se adaptar e este sentido de Igreja doméstica ganhou força”, relata Gilberto Bombardi.

Eudes de Pádua, da Pascom da Paróquia São Francisco e Santo Estêvão, forania Campo Limpo, enfatiza que o papel da Pascom é extremamente importante no processo de evangelização na nova realidade pela qual estamos vivendo. “Desde o começo da pandemia nossos paroquianos têm acesso garantido às atividades paroquiais através dos meios eletrônicos, fizemos um grande esforço e estamos conseguindo atingir cada vez mais público”.

Andreia Santana, Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Monte Kemel, forania Morumbi, a adaptação foi e esta sendo bastante desafiadora: “Tínhamos dúvida quanto a fazer as transmissões, não tínhamos equipamentos, não sabíamos como fazer direito, mas era preciso contribuir com a evangelização, manter a interação com a comunidade, estar presente e, de fato, em comunhão mesmo que a distância”.

A nossa Pascom paroquial passou por momentos difíceis nesta adaptação e entre imagem, sons e cabos e muitas horas de estudo todos concordavam que era esse o caminho para as novas formas de comunicar em meio à pandemia: “No começo foi um sacrifício, mas não desistimos porque entendemos a importância disto tudo neste momento, em especial retornodos  paroquianos que, mesmo tendo tido no início prejuízos de imagem e som, se mantém firmes acompanhando as transmissões”, conclui Andreia.

A paróquia São Bento, forania Capão Redondo, passa pelo processo de implantação da Pascom em meio à pandemia e ainda assim tem conseguido transmitir as missas: “Começamos este processo um pouco antes da pandemia, a Pascom aqui é algo novo, estamos nos adaptando diariamente. O mais importante é contribuir através das nossas redes sociais para que o Evangelho chegue aos corações”, revela Fillipe Augustus de Jesus, coordenador da Pascom.

Padres nas redes

Em meio à pandemia causada pelo novo coronavírus e com o isolamento em casa, as redes sociais estão ainda mais movimentadas e é possível encontrar conforto e esperança para enfrentar a crise causada pela doença.  Depois da suspensão das missas, como medida de prevenção para evitar a propagação do coranavírus, os padres ficam cada vez mais online para atender os fiéis.

Alguns estão se adaptando, outros já estão acostumados, mas todos concordam que o movimento nas redes sociais é grande e surpreende. Para o padre Alessandro Carvalho de Faria, Paróquia São Francisco e Santo Estêvão, foi muito difícil o momento da suspensão das missas: “ É para o bem, mas eu não fui preparado para  celebrar sem olhar para as pessoas, olhando para uma câmera, entretanto, sou grato a Deus por despertar na minha paróquia pessoas que suprem a minha falta de jeito em lhe dar com as novas tecnologias”.

Impactante, essa foi à palavra usada pelo padre Francisco Glênio de Almeida, Paróquia São José Operário, forania Campo Limpo, para traduzir a adaptação ao atual momento: “Estava acostumado com muitas missas no final de semana cheias de gente e de repente ter que olhar para uma câmera, assusta é impactante, mas hoje, passados tantos dias de isolamento social já estou melhor e inclusive conseguimos obter novas ferramentas para transmissões simultâneas, depois desta pandemia acharemos outros meios de evangelizar como estamos achamos para agora”.

Padre Rodolfo Camarotta, da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, já usava a internet para refletir o evangelho, mas não com tanta frequência, se adaptando a estes novos tempos, está todos os dias está ao vivo: “Através das redes sociais temos construído sem dúvida uma verdadeira comunidade virtual, muito próxima e presente, eu tenho percebido uma proximidade grande das pessoas, através dos testemunhos que recebo do aumento gradativo das pessoas que nos acompanham. Além disso, essa reinvenção alcançou novas pessoas e nos fez sem dúvida olhar as ‘lives’ como forma de evangelização. Nesse período de isolamento e impossibilidade de os fiéis participarem da eucaristia essa forma online de fato nos aproxima”.

Diante dessa realidade desafiadora, muitos exemplos concretos de evangelização. São vários novos conteúdos, formações, momentos de oração, todos buscando ser sinal de fé e vozes da esperança até que o período de isolamento social acabe e nossas Igrejas sejam enfim reabertas.


7 maio, 2020

Em uma sala ampla nas dependências da Paróquia São Francisco de Assis, Forania São José – Capão Redondo, costureiras voluntárias concentradas e devidamente protegidas, mantendo a distância necessária, produzem sem parar máscaras de pano para distribuição gratuita no bairro do Valo Velho e região.

A ideia nasceu observando a necessidade dos moradores da região e a partir daí, uma parceria com a Instituição social Caça Fome tornou tudo possível. A oficina já produziu e entregou de graça mais de quatro mil máscaras de pano desde o agravamento da pandemia em São Paulo, em meados de Abril. “Já entregamos mais de quatro mil máscaras e a meta para este mês de maio é de 10 mil. Além das costureiras aqui da oficina, temos voluntárias fabricando as máscaras em casa, são um total de 10 voluntárias, levamos a matéria prima e retiramos quando está tudo pronto”, revela padre Gean.

A iniciativa conta com a solidariedade para as doações do material que compõem as máscaras. “Uns trazem tecido, outros elásticos e assim vamos fazendo nossa corrente de solidariedade para proteção do nosso povo, a máscara é uma ferramenta de proteção, para mim e para o próximo”, diz o pároco.

A paróquia ainda não tem material suficiente para a produção das 10 mil máscaras. Quem desejar apoiar a ação doando tecido, elástico ou linhas, basta entrar em contato pelo telefone da paróquia 11 5872-3388.  O coordenador afirmou que a ação tem recebido uma boa resposta da comunidade.