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10 jun., 2020

Paróquia do M’Boi Mirim ganha mês a mês novos adeptos em projeto de ajuda as famílias afetadas economicamente pela pandemia do coronavírus.


4 jun., 2020

Dom Luiz Antônio Guedes, Bispo Diocesano de Campo Limpo, publicou nesta quinta-feira (04), orientações e disposições a respeito da Santa Missa, confissões e a Solenidade de Corpus Christi.

Na atual emergência pandêmica, cabe ao bispo diocesano indicar aos padres as atenções prudentes a serem adotadas. Estamos vivendo dias de muita angústia e incerteza frente ao avanço do novo coronavírus (COVID-19). O mundo está em alerta e é preciso fazer a nossa parte, agindo com responsabilidade e compromisso comunitário.

No decreto Dom Luiz reconhece a gravidade da situação, mas, exorta todos a terem coragem e confiar as preocupações a Jesus: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo.” (Mt 14-22). A compreensão e a vivência dessas orientações pastorais, por um tempo transitório, são reflexos do espírito de unidade e de obediência na fé, sinais tão distintivos da nossa Igreja Católica.

Leia na íntegra as Orientações em tempo de pandemia (Clique aqui para baixar).

 


4 jun., 2020

No início da Semana do Meio Ambiente, o comboniano padre Dario Bossi, membro da Vivat Brasil, fez uma análise da atual realidade e afirma que “nunca ficou tão evidente a ameaça que está sendo posta ao meio ambiente no Brasil. Podemos escutar, pelas próprias palavras do ministro responsável por essa pasta, que há um desenho deliberado de desmonte e de entrega do patrimônio ambiental brasileiro para outros interesses”.

Segundo padre Bossi, que atua diretamente com ações de proteção ao ecossistema, esses interesses “são para o extrativismo predatório, que, por sinal, tem sido um modelo econômico imposto nas regiões latino-americanas desde a época da colônia, e nunca muda”.

Se, atualmente, é impossível contar com o Poder Público, na defesa do meio ambiente, então a quem recorrer? Para o padre comboniano, quem pode ajudar a resgatar outras formas de relação com o ecossistema são exatamente aqueles que habitam nele.

“Por habitar nos territórios, nas diversas regiões e biomas, as pessoas têm no coração o valor profundo do cuidado, o valor das raízes, da espiritualidade que as vinculam a um território. Também, pelas suas memórias, pelo vínculo com os antepassados, ou como dizem nossos povos quilombolas ou indígenas, ‘pelos encantados que vivem nestes territórios’”, defende.

Com a atenção da mídia totalmente voltada para o covid-19, precisamos ficar atentos para que medidas contrárias à proteção do meio ambiente não sejam aprovadas às escondidas e que as pautas relacionadas ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) não sejam ignoradas.

Há 48 anos, quando foi instituído o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Organização das Nações Unidas já afirmava: “Chegamos a um ponto na História em que devemos moldar nossas ações em todo o mundo, com maior atenção para as consequências ambientais. Através da ignorância ou da indiferença, podemos causar danos maciços e irreversíveis ao meio ambiente, do qual nossa vida e bem-estar dependem”.1

Será que alguma coisa mudou, aqui no Brasil, nestes 48 anos? Que compromissos foram assumidos e colocados em prática em prol da preservação da vida, do meio ambiente, do ecossistema?

A Constituição Brasileira diz que “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” (artigo 225 da Constituição Federal de 1988).

Ao lermos esse artigo da Constituição, já notamos uma profunda lacuna entre as legislações governamentais e sua prática. Se o meio ambiente é um fator primordial para a vida, principalmente para a espécie humana, então por que são tão poucas as ações para defendê-lo? Será que ainda precisaremos registrar outros mártires da Ecologia em nosso País?

*Miriam Bernardete de Souza é especialista em Linguística e Comunicação Social, Educadora Social; facilitadora em Fundamentos em Justiça Restaurativa e Formação Cristã para a Cidadania.

[1] Trechos da Declaração da Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente (Estocolmo, 1972).

Vivat Brasil

Certas de sua missão em defesa da integridade da Criação e testemunhas do reino da vida plena, 13 congregações religiosas associaram-se à Vivat Internacional, organização não governamental (ONG) reconhecida pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ONU). O nome Vivat expressa o profundo desejo de que tudo o que existe possa viver; que todos, todas vivam e deixem viver toda a Criação.

Com essa esperança, as congregações instalaram a Vivat Brasil, que conta com aproximadamente 1.200 religiosos e religiosas. Estes assumem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS/ONU) e priorizam:

  • a erradicação da pobreza;
    • a mulher e a questão de gênero;
    • o desenvolvimento sustentável; e
    • a cultura de paz.


Abraçam também outras temáticas, como boa saúde e bem-estar, educação de qualidade e redução da desigualdade (ODS/ONU).

Todos esses objetivos se transformam em ações sociopolíticas que reverberam o bem comum, em todo o território nacional, com destaque à preservação do meio ambiente, ao compromisso com os direitos humanos e democráticos. A luta diária desses religiosos e religiosas e o que fazem são apresentados no Relatório Vivat Brasil 2020, acesse o site e saiba mais: https://blog.ssps.org.br/vida-e-meio-ambiente-sao-prioridades-das-congregacoes-vivat-brasil               

 


jun. 4, 2020

Em tempos de pandemia, Padre Alberto Gambarini aderiu às lives e não só celebra missas on-line como mostra com muito bom humor em suas redes sociais como vencer dia a dia o desgaste emocional do isolamento social.


1 jun., 2020

Durante dois sábados, no estacionamento da Igreja Batista do Horto do Ipê, um Drive-thru solidário arrecadou mais de dez toneladas de alimentos que ajudará 640 famílias.


28 maio, 2020

Dom Luiz Antônio Guedes cria protocolo diocesano que ajudará no combate ao abuso de poder, consciência e sexual de menores e vulneráveis. Protocolo passa a vigorar na Solenidade de Pentecostes.


27 maio, 2020

Uma criança não pode ou nem sempre sabe expressar suas emoções e seus sentimentos com palavras, mas as formas que desenha e as cores que usa podem falar. Aqui estão algumas dicas para entender melhor os seus filhos através de suas obras de arte


21 maio, 2020

Estamos contemplamos o Evangelho vivo em meio à pandemia. Presenciamos o plantio de joio e trigo no meio de nossa sociedade, e embora os dois crescem lado a lado, o trigo da solidariedade vem se tornando alimento para tantas pessoas e o joio da descrença será certamente lançado ao fogo. É verdade, tudo vai passar, mas o trigo da solidariedade continuará fazendo a diferença na vida de todos.

No mês de março, a Paróquia São Luis Gonzaga, forania Mirim-Guaçu, começou a arrecadação de alimentos nos bairros periféricos do seu entorno. “Desta forma, com a solidariedade dos pequenos, no mês de abril conseguimos oferecer a 86 famílias as primeiras cestas básicas, enquanto no mês de maio alcançamos outras 97 famílias e agora, para o mês de junho, temos a meta de ajudar mais de 200 famílias”, salienta o pároco Andre Vascom.

Ao mesmo tempo, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, pela Cáritas Paroquial estão sendo atendidas 140 famílias das crianças e adolescentes matriculados nos dois CCA’s São Luís Gonzaga e Jardim dos Reis.

Esta ação movimentou a Paróquia inteira e muitos manifestaram o desejo de ajudar os irmãos neste tempo, partilhando o sentimento de fazer crescer o trigo da solidariedade. Assim, em meio à pandemia, nasceu oficialmente, no mês de abril, a Pastoral Social da Paróquia São Luís Gonzaga, que conta com 20 paroquianos como membros ativos.

Domingo Solidário

No dia 26 de abril, aconteceu o primeiro “Domingo Solidário” com o intuito de preparar um almoço para os nossos irmãos em situação de rua. Trabalhando em equipes, desde a cozinha até a entrega, conseguimos levar marmitex em diversos pontos de referência das regiões: Itapecerica da Serra, M’Boi Mirim, Jardim Ângela, Menininha e praça do Campo Limpo, totalizando 120 refeições.

Partilhamos alguns depoimentos dos nossos irmãos, que tivemos a alegria de escutar:

Que Deus abençoe o trabalho de vocês e dê saúde a vocês e suas famílias, para que possam nos ajudar, pois neste tempo as pessoas têm medo de dar comida para nós” (um irmão em situação de rua).

Eu quero aprender, eu quero ajudar o meu irmão, a solidariedade tem que continuar” (um membro de umas das equipes de trabalho).

O mais difícil é ver que somos uma gota no oceano, pois são muitos os que necessitam todos os dias na porta da nossa paróquia.Não consigo ficar em casa sabendo que meu próximo sente fome” (Samanta, CCA São Luís Gonzaga).

Com muita alegria e comoção podemos dizer que hoje nossa Pastoral Social está ajudando toda a Paróquia São Luís Gonzaga na busca de ser sempre mais Igreja samaritana mesmo em tempos de isolamento social e atento cuidado para a prevenção do contágio, aceitando o desafio de um trabalho que começou em tempo de crise,mas que poderá semear e colher muitos frutos.


21 maio, 2020

Os discípulos foram os primeiros a lamentar a ascensão de Jesus ao céu. Eles pensavam que Jesus se tornaria rei de Israel e ficaria com eles por um longo período. Somente depois eles entenderam quais presentes ele deu à humanidade quando deixou a Terra.