Instituto de Teologia Diocesano e Escola de Catequista celebra formatura
No último dia 30 de novembro o Instituto de Teologia Dom Veremundo Tóth – Idteo, realizou nas dependências da paróquia Catedral Sagrada Família a festa de formatura de 37 alunos que concluíram o curso de teologia para leigos. A cerimônia teve início com a celebração eucarística presidida por Dom Luiz Antônio Guedes e concelebrada pelos padres Ezaques da Silva Tavares, diretor do instituto e o padre Lourivaldo Lino Gonçalves, assessor da Catequese.
Em sua homilia, Dom Luiz lembrou a festa do apóstolo Santo André, primeiramente discípulo de João Batista que passou a seguir Jesus quando o precursor lhe mostrou Jesus, e falou também sobre a alegria de, reunimos em torno do altar para rezar agradecido em ação de graças a Deus pelo término de mais uma turma de teologia de nossa Diocese.
Contanto um pouco da sua experiência aos formandos afirmou estudar teologia: “É se aprofundar nos fundamentos e motivos da fé o que enriquece a espiritualidade e torna o leigo mais capacitado para colaborar em sua paróquia e comunidade”.
Após a santa missa o Diretor do Instituto, padre Ezaques, presidiu a diplomação dos formandos.
Na mesma missa, 117 catequistas celebraram a conclusão do curso de Formação Básica para Catequistas.

Projeto Escuta da Juventude, você conhece?
“É sempre Deus quem toma a iniciativa de chamar a segui-lo. O chamado à fé e a um caminho coerente de vida cristã ou de especial consagração é um irromper discreto, mas forte, de deus na vida de um jovem, para lhe oferecer o dom de seu amor”. (Discurso do Papa Francisco, Loreto, na Itália, na ocasião da assinatura a carta aos jovens de indicações do sínodo da juventude)
Mário Sérgio Cortella: Será?
Um dos mais populares intelectuais brasileiros, Mario Sergio Cortella, partilha com muito bom humor sobre a docência, a filosofia, e sobre suas redes sociais, será?
CNBB emite nota sobre o desrespeito à fé cristã
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota na tarde desta quinta-feira, 12 de dezembro, na qual critica a postura de artistas que, em nome da liberdade de expressão, vilipendiam símbolos sagrados da fé cristã. “Ridicularizar a crença de um grupo, seja ele qual for, além de constituir ilícito previsto na legislação penal, significa desrespeitar todas as pessoas, ferindo a busca por uma sociedade efetivamente democrática, que valoriza todos os seus cidadãos”, diz o texto. Confira abaixo a íntegra do documento. No áudio abaixo, a nota é lida pelo arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo.
Nota ofical da CNBB
Sobre o desrespeito à fé cristã
Examinai tudo e ficai com o que é bom! (1 Ts 5,21)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) repudia recentes fatos que, em nome da liberdade de expressão e da criatividade artística, agridem profundamente a fé cristã. Ridicularizar a crença de um grupo, seja ele qual for, além de constituir ilícito previsto na legislação penal, significa desrespeitar todas as pessoas, ferindo a busca por uma sociedade efetivamente democrática, que valoriza todos os seus cidadãos.
A Igreja nunca deixou de promover a arte e a liberdade de expressão. Por isso, a CNBB reitera que toda produção artística respeite “os sentimentos de um povo ou de grupos que vivem valores, muitas vezes, revestidos de uma sacralidade inviolável”. Quando há desrespeito em produções midiáticas, os meios de comunicação tornam-se violentos, verdadeiras armas que contribuem para ridicularizar e matar os valores mais profundos de um povo.
Vivemos em uma sociedade pluralista. Nem todos têm as mesmas crenças. Devemos, no entanto, como exigência ética e democrática, respeitar todas as pessoas. Nada permite a quem quer que seja o direito de vilipendiar crenças, atingindo vidas. O direito à liberdade de expressão não anula o respeito às pessoas e aos seus valores.
Neste tempo de Advento, somos convocados a permanecer firmes na fé, constantes na esperança e assíduos na caridade. Não podemos nos deixar conduzir por atitudes de quem, utilizando a inteligência recebida de Deus, agride esse mesmo Deus. Um dia, haveremos de prestar contas de todos os nossos atos.
Diante, pois, dessas agressões, respeitando a autonomia de cada pessoa a reagir conforme sua consciência, a CNBB clama a todos os cidadãos brasileiros a se unirem por um país com mais justiça, paz, respeito e fraternidade.
Brasília-DF, 12 de dezembro de 2019
Festa de Nossa Senhora de Guadalupe
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB
Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
1º Vice-Presidente da CNBB
Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima – RR
2º Vice-Presidente da CNBB
Dom Joel Portella Amado
Bispo Auxiliar de S. Sebastião do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-Geral da CNBB
Moradores de Paraisópolis participam emocionados de missa de 7º dia
No último sábado (7), o Padre Luciano Borges, da Paróquia São José Operário, Forania Morumbi, celebrou uma missa campal pelos nove jovens mortos em Paraisópolis no final de um baile na mesma comunidade na semana anterior.
A celebração marcada pela emoção recordou o sofrimento das vítimas e seus familiares, assim como os desafios encontrados nas áreas de segurança, lazer e educação.
Participaram concelebrando os padres Darci Bortolini, Manoel Corrêa Viana Neto, Lourivaldo Lino, Pedro Paganin e Pe. Miguel Aparecido Romano, reafirmando na Eucaristia, presença viva de Cristo, o seu projeto de paz e de “vida em abundância”.
Na abertura, Padre Darci, Vigário Foraneo da região do Morumbi, recordou o Evangelho da Paixão de Cristo dizendo:
Na sexta feira da paixão lemos o Evangelho de Lucas. E lá no Monte do Calvário, os conhecidos de Jesus e um grupo de mulheres que haviam seguido o mestre desde a Galileia, olhavam a certa distância. Depois que desceram Jesus da cruz, Ele foi colocado nos braços da mãe. Sua mãe e os demais pareciam impotentes. A dor daquelas mulheres e da mãe de Jesus é a mesma das famílias de Paraisópolis e também de todos nós. Ao rolar a pedra do túmulo, plantavam ali uma semente de vida e deamor, porque o amor é mais forte do que a morte. Missa é missão! E qual é a nossa missão? Nossa missão sempre será promover a vida e trabalhar pela Paz.”
Durante a homilia, padre Luciano, visivelmente emocionado afirmou: “Eu, um padre negro sei o que é o preconceito”, em referência ao estigma da cor que reforça a exclusão e vulnerabilidade da população negra no Brasil.
Várias autoridades estiveram presentes e foram convocadas a trabalhar mais pela cidade de São Paulo e por ações que visem a segurança e melhor qualidade de vida das comunidades mais carentes.
No final balões brancos, com os nomes dos jovens foram lançados para o alto como gesto de pedido de paz.
Durante a ação de graça, a Pastoral da Ecologia e Meio Ambiente da diocese, ofereceu à Comunidade de Paraisópolis, nove mudas de Ipê Amarelo recordando as vítimas.
Diego Amorim, membro da pastoral, justificou o gesto: “Queremos oferecer a esta comunidade nove mudas de Ipê Amarelo, árvore que por decreto do presidente Jânio Quadros em 1967 foi considerada um dos símbolos nacionais do Brasil. Essas mudas, assim como os nove jovens, são muitos frágeis. Precisam passar por um longo período de sobrevivência e crescimento, até que suas raízes sejam suficientemente resistentes e fortes para serem plantadas no solo e, de forma autônoma sobreviver. Que esta comunidade ao cuidar dessas mudas, ofereça a proteção necessária até que elas estejam prontas, para enfim florescer.”

Diocese emite Nota de Solidariedade pelas vítimas em Paraisópolis
Dom Luiz Antônio Guedes, em nome da Diocese, emite nota em solidariedade a todas as vítimas e seus familiares pelas mortes ocorridas no último dia 1º de dezembro em Paraisópolis.
Comunidade Nossa Senhora da Esperança dedica seu novo altar
Na celebração do dia de Nossa Senhora das Graças, 27 de novembro, a Paróquia São Francisco, forania M’Boi Mirim, viveu um momento festivo com a dedicação do novo altar da comunidade Nossa Senhora da Esperança.
Na cerimônia, presidida pelo bispo dom Luiz Antônio Guedes, e concelebrada pelo padre Wallace Adorno e padre Gilson Gilberto dos Santos, aconteceu o rito de sagração, que envolve a unção, a incensação, o revestimento e a iluminação do altar.
Primeiro, o altar foi todo ungido com o Óleo do Crisma pelas próprias mãos do bispo. Em seguida, foi realizada a insensação do altar. A queima do incenso significa o sacrifício de Cristo e também é utilizada para expressar que o sacrifício da Igreja e as orações dos fiéis chegam até Deus.
Depois, ocorreu o revestimento do altar, que indica que aquele local é altar do sacrifício e, ao mesmo tempo, a mesa do Senhor, onde são celebradas a morte e ressurreição de Cristo. Por fim, o altar foi iluminado, lembrando-nos que Cristo é “a luz para a revelação aos povos”.
"O altar é o centro da igreja e simboliza o Cristo, nosso amor maior. É o lugar do sacrifício onde pão e vinho se transformam no Corpo e Sangue do próprio Jesus. Lembre-se sempre do respeito que é preciso ter. Antes era simples pedra, agora é uma pedra Sagrada, sinal de união da terra e céu", explicou dom Luiz.
Na ocasião também foi comemorado o aniversário do padre Wallace Adorno, “Nasci no dia de Nossa Senhora das Graças acho que é por isso que sou tão engraçado”, comentou convidando todos os presentes para festejar a dedicação e seu aniversário com comes e bebes no salão onde tudo começou.
A comunidade
A comunidade que teve início em 1973, quando um grupo de mulheres fundou o ‘Clube de Mães’ com a motivação de buscar melhorias no campo da saúde, da educação e da habitação para os já muitos membros residentes nos arredores da comunidade.
As reuniões eram mensais e os encontros, inicialmente realizados nas casa, passaram para a primeira sala, hoje o salão paroquial, conquistado através de doações. No ano de 1984, a sala começou, com a ajuda do Padre Hugo a tomar formato de Capelo, recebendo então o nome de Comunidade Nossa Senhora da Esperança. Em 1992, a comunidade foi integrada a Paróquia Cristo Libertador passando a receber missas dominicais e em 2005, quando foi criada a Paróquia São Joaquim, atualmente São Francisco de Assis.

Pastoral Fé e Política retoma atividades reafirmando seus princípios e eixos de atuação
No último sábado (23), aconteceu no Centro Pastoral Diocesano, uma reunião para a retomada da Pastoral Fé e Política da Diocese de Campo Limpo com a participação de lideranças do CNLB Diocesano (Conselho Nacional do Laicato do Brasil), Fórum de Pastorais Sociais, Pastoral Operária, Comunidades Eclesiais de Base e a Pastoral da Sobriedade, além dos representantes de três regiões episcopais.
São lideranças sociais também com atuação nos movimentos de moradia, saúde, segurança alimentar, educação, movimento negro, movimento das mulheres e sindicatos.
De início, foram retomadas brevemente as atividades de formações, realizadas como parte da Campanha da Fraternidade 2019 'Fraternidade e Políticas Públicas'.
Foram reafirmados os princípios e eixos de atuação da Pastoral Fé e Política diocesano para o próximo ano: A necessidade urgente de superação das dicotomias entre fé e vida, fé e política, oração e ação, com maior valorização das pastorais sociais, CEBs e das diversas formas de atuação social e política das cristãs dos leigas e leigos; o fortalecimento da democracia e da cultura de participação política nos movimentos sociais, conselhos participativos e partidos políticos, para requalificação da política, promoção do bem comum e garantia de políticas públicas que revertam as imensas desigualdades sociais e as muitas formas de discriminação no Brasil.
Afinal, o fundamento cristão do amor ao próximo não deve ser uma abstração, mas a tradução em obras sociais, nas pastorais sociais e diversas comunidades de serviço da Igreja, com a caridade concreta, em gestos individuais e coletivos de partilha e de solidariedade e em defesa e promoção de políticas públicas voltadas às necessidades da população, em especial dos mais pobres.
Para isso, será elaborado um subsídio reafirmando a importância das diversas formas de atuação política no território diocesano, considerando as especificidades locais, os dados sócio-econômicos e fornecendo orientações para os processos eleitorais: o voto consciente, o combate à corrupção eleitoral e a garantia de políticas públicas que efetivem os direitos sociais.
Nas reuniões formativas haverá auxilio para a constituição de grupos de fé e política nas paróquias das diferentes regiões episcopais da Diocese. A próxima reunião será no dia 8 de fevereiro de 2020. Participe conosco desta construção!
Informações: Samantha Freitas - Tel/Whatsapp: (11) 96575-2727
Dom Luiz ordena novo diácono transitório para a diocese
Na Catedral Diocesana Sagrada Família, estiveram reunidos muitos membros do clero, seminaristas, religiosos (as) e centenas de fieis, na sexta, 15 de novembro, para a ordenação diaconal de Bruno Rodrigues Toledo em vista do sacerdócio.
O neo-diácono é natural de São Paulo, capital. Sua família reside há quase 20 anos em Cipó-Guaçu, no território da Paróquia São Sebastião e foi em uma das comunidades desta paróquia que diácono Bruno começou sua caminhada vocacional, atuando intensamente desde os sete anos de idade como coroinha.
No rito, antes de ser ordenado diácono, consta a apresentação do eleito que assume publicamente as obrigações do Ministério, para então posteriormente, ser revestido dos paramento, da estola e da dalmática, sinais de serviço. Momento, aliás, de grande emoção para Bruno e sua família.
Em sua homilia, o Bispo Diocesano, Dom Luiz Antônio Guedes, destacou a importância do serviço que a ordem diaconal confere: “O diaconato é um sinal que não pode ser apagado, pois o configura ao Cristo servidor de todos. Por conseguinte, o diácono se torna um “imitador” da vida do Senhor, prolongando no mundo o serviço iniciado por Ele”.
Ao refletir sobre o lema escolhido pelo ordenado, Deixo-vos o exemplo para que façais também vós. (Jo 13,15), dom Luiz refletiu: “Com isto você está dizendo para Jesus: pode contar comigo. Estou pronto para seguir seus passos, seu exemplo”. E recordou que também a família tem um papel importante nesta missão: “A partir de hoje vocês renunciam o filho, o irmão, sem perdê-lo, assim como meus pais e irmão fizeram um dia, para que ele seja livre para Deus”.
Antes de despedir o povo pela primeira vez, o recém ordenado fez os agradecimentos e expressou a sua felicidade: “Estou com o coração vibrando de alegria, pois com a ordenação diaconal faço a minha consagração a Deus e ao serviço do seu Reino. É mais uma graça que se realiza em minha vida, graças às inúmeras pessoas que fizeram parte desta caminhada”, comentou emocionado o diácono Bruno.
A ata de ordenação foi lida e assinada pelo chanceler e pelo bispo que revelou aos presentes que uma provisão também estava sendo entregue, indicado que o agora diácono continuará prestando serviços na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, onde já estava como seminarista, forania Embu, assessorando o padre Elcio Barros, uma grande salva de palmas indicou a aprovação do povo.









