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8 ago., 2019

O 1º Retiro para Homens da paróquia Imaculado Coração de Maria aconteceu no domingo dia 21 de julho na matriz, tendo como tema “Não Basta rezar é preciso agir”.


8 ago., 2019

Em agosto, a Igreja Católica comemora o mês das vocações, é um mês para se refletir e rezar pedindo a Deus que oriente todas as pessoas que desejam servir a Deus e a todos que já possuem suas vocações, permanecerem felizes e em comunhão com a Igreja.

Com esse espírito de comunhão, entre os dias 15 a 19 de julho a Diocese de Campo Limpo acolheu o 34º Retiro Estadual de Seminaristas da Renovação Carismática Católica de São Paulo, o Renasem/SP. Cerca de 120 seminaristas de várias dioceses trabalharam o tema: “Este é meu filho que estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado (Lc 15,24). O encontro foi promovido pelo Ministério para Seminaristas da RCC São Paulo e a experiência de oração, partilha e fraternidade aconteceu na Comunidade Missionária de Villaregia, localizada na forania Embu Mirim.

Durante o retiro estiveram presentes: Pe. Cícero Alves de França, reitor do Seminário de Teologia da Arquidiocese de São Paulo e Professor da PUC/SP; Pe. Lidionor Sampaio de Lisboa, Reitor do Seminário Nossa Senhora Aparecida da Diocese de Campo Limpo; Pe. Weber Galvani Pereira, Chanceler da Diocese de Guarulhos e membro de Aliança da Comunidade Católica Shalom; Pe. Rafael da Arquidiocese de São Paulo e assessor espiritual do Ministério para Seminaristas do Estado de São Paulo, Pe. Alexandre Monteiro da Diocese de Bragança Paulista, Pe. Hércules da Arquidiocese de São Paulo, Pe. Juvi da Diocese de Mogi das Cruzes, Pe. José Francisco da Diocese de São Miguel Paulista, Pe. Fábio Lima da Diocese de Guarulhos, Pe. César Rossi da Diocese de Campo Limpo, Pe. Márcio Arielton da Diocese de Guarulho; Marcelo Marangon, presidente do Conselho Estadual da RCC de São Paulo, as Irmãs Carmelitas Mensageiras do Espírito Santo, a Escritora Maria Gabriela e membro da Renovação Carismática Católica de São Paulo os coordenadores e membros da RCC da Arquidiocese de São Paulo e da Diocese de Campo Limpo, além dos agentes de pastorais das comunidades locais.

O Renasem é um retiro muito importante da RCC e acontece há muitos anos. Muitos seminaristas aproveitam a oportunidade de renovar a vocação por meio deste evento, é a oportunidade para os futuros sacerdotes da Igreja Católica se reúna para viver a espiritualidade carismática, com intensos momentos de oração, de pregação da Palavra, prática dos carismas e partilha.

O seminarista Alan Santos, coordenador estadual do Ministério, falou um pouco sobre o que foi vivido: “Em todos os momentos procuramos enriquecer a base humano-afetivas e nossa identidade carismática. O Batismo no Espírito Santo é essencial em nossa espiritualidade e identidade, e é sob este mover que os seminaristas foram convidados a vivenciar o amor de Deus”.

E explicou ainda sobre o Renasem: “O retiro visa agregar valor à formação presbiteral não é uma formação paralela aos seminários diocesanos, institutos, congregações ou novas comunidades, muito pelo contrário, o retiro quer enriquecer ainda mais os seminários em uma eclesiologia de comunhão onde, a partir da nossa identidade, possamos servir os demais movimentos e pastorais de nossa Igreja em um espírito de zelo”.

Com a proteção da Sagrada Família, o encerramento aconteceu na Catedral Santuário Sagrada Família, no dia 19, com a Santa Missa presidida pelo Bispo Emérito da Diocese de Campo Limpo Dom Emílio Pignoli.

 Sem. Ailton Correia (Assessoria de Comunicação - Ministério para Seminaristas - RCC-SP – Com informações da Diocese de Campo Limpo)


8 ago., 2019

O mês de Agosto será, mais uma vez, marcado pela atenção às vocações na Igreja. Conforme o convite do Senhor, continuamos a pedir: “Enviai, Senhor, operários para a vossa messe, pois a messe é grande e os operários são poucos”.

Há muita gente que já se dedica à messe em nossas comunidades. Mas são muitas as necessidades e há lugar para muito mais gente trabalhar na seara do Senhor. Somos um corpo com muitos membros. Todos os membros são chamados a uma missão na Igreja e na Sociedade. Cada participante da comunidade eclesial deve ser estimulado a discernir qual é a sua vocação específica.

Quero lembrar hoje a vocação para o ministério presbiteral. Ela é constitutiva da Igreja. A Igreja necessita do ministério presbiteral. A vocação sacerdotal é um dom de Deus para a Grei do Senhor. Dom a ser pedido pela oração insistente. Dom a ser reconhecido e cultivado quando se torna visível no seio da Igreja. É no seio do seu povo que o Senhor chama os ministros para o seu serviço. É no aprofundamento da vivência da fé, da esperança e da caridade que o cristão vai discernindo o que Deus quer a seu respeito.

Sinais da vocação sacerdotal são:

a) Em primeiro lugar, um amor profundo a Jesus Cristo e seu Reino: “a quem iremos Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Agora nós cremos e sabemos que tu és o Santo de Deus” (João 6,68-69). Dizer isto não apenas com os lábios, mas com todas as forças do coração e agir coerentemente com esta convicção é que qualifica a pessoa para percorrer um caminho de consagração com o coração indiviso; 

b) Um segundo sinal é o amor sincero e efetivo à Igreja, Povo de Deus. Por sua ligação com Jesus e sua identificação com Ele, aquele que é chamado se enche de amor e zelo pela esposa do Senhor. Ele tem consciência de que não é o esposo, mas o amigo do esposo. Por sua amizade e ligação profunda com o esposo Jesus, predispõe-se a dar sua vida pela Igreja à semelhança de Cristo “que amou a Igreja e se entregou por ela; assim, Ele a purificou com o banho de água e santificou com a Palavra, para apresentar a si mesmo uma Igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou qualquer outro defeito, mas santa e imaculada” (Efésios 5, 25-27). É por este amor que o eleito do Senhor terá força para assumir o celibato e dedicar todas as suas energias a serviço do Povo de Deus.

Manifestações desse amor são: a alegria de viver em comunidade, acolhendo e servindo as pessoas segundo suas necessidades; abertura para o diálogo, ouvindo com atenção e falando com transparência; espírito de verdadeira comunhão com a comunidade que lhe foi confiada e com os pastores da Igreja; integração no presbitério; sensibilidade pelos problemas e necessidades do povo; suficiente capacidade para o estudo, etc.

Vamos juntos, pedir ao Senhor, sacerdotes assim. Permaneçamos atentos para perceber os que o Senhor chama do meio de nós.

 


jul. 26, 2019

Em sua segunda edição, o simpósio catequético acolheu as sugestões de coordenadores paroquiais para estruturar temáticas das oficinas oferecidas.


16 jul., 2019

No domingo (14) a Comunidade São Joaquim e Santa Ana que pertence a Paróquia São Bento, Forania São José, no Capão Redondo, celebrou solenemente a dedicação da igreja e do altar com grande festa e muita emoção.

A comunidade nasceu em 1990 e deste então os membros sonhavam com este dia. Muito foi feito na área da evangelização com as primeiras salas construídas para a catequese e encontros formativos, mas e também, para a celebração da Palavra e da Eucaristia, com a antiga capela construída ainda no final da década de 90 desativada há apenas três semanas.

A construção da capela definitiva e agora dedicada ganhou força no ano passado quando os entraves burocráticos de documentação conseguiram enfim ser resolvidos. Campanhas e festas paroquiais foram realizadas para arrecadação de fundos e graças à ajuda da comunidade a capela dedicada aos avós de Jesus ganhou inclusive um sacrário novo.

Após a procissão de entrada e a benção inicial Dom Luiz Antônio Guedes, presidente da celebração, abençoou a água para aspergir as paredes, o altar e o povo em sinal de penitência e lembrança do batismo e percorreu todo o espaço interno e externo. Um telão foi instalado no pátio da comunidade para o grande número de pessoas que, do lado de fora acompanharam a celebração.

Dom Luiz convidou todos a prestarem atenção em todo o rito salientando a grandeza do momento: “A aspersão de água benta, a unção do altar e das cruzes, o incenso que queima, a vela acessa, nos lembra que somos templos do Senhor, ungidos e iluminados para ser luz no mundo”.

Em sua homilia o bispo convidou a comunidade a ter zelo não somente pelo templo edificado com pedras, mas, e, sobretudo com o próximo: “É preciso que cuidemos uns dos outros, não só os familiares e amigos, mas dos nossos vizinhos, das pessoas da nossa comunidade dos marginalizados da sociedade, nem sempre é fácil, temos nossos ciúmes, egoísmos e competições, mas o desejo de buscar e espalhar o amor é também um virtude”.

E completou: “Esta construção é chamada de Igreja da Comunidade São Joaquim e Santa Ana, mas sabe por que chamamos de Igreja? Por que aqui se reúne a Igreja viva que somos todos nós, aqui recebemos a força e a graça de Deus para ser em todo o ambiente sal da terra, para dar sabor à vida das pessoas, ser luz no mundo, para iluminar os caminhos, para que os irmãos não tropecem e ser fermento, para fazer o amor crescer, fazendo a dignidade de todas as pessoas ser reconhecida e valorizada”.

 

Rito de dedicação

Após a homilia, teve início o rito de dedicação, onde o altar foi ungido com o Santo Crisma, depois houve a consagração da igreja, onde as quatro cruzes foram ungidas, significando que o Templo é dedicado exclusivamente e sempre ao culto cristão.

Em seguida, foi feito a insensação do altar, significando o sacrifício de Cristo e utilizado para expressar que o sacrifício da Igreja e as orações dos fiéis chegam a Deus. Depois deste ocorreu o revestimento do altar, indicando que aquele local é altar do sacrifício, e ao mesmo tempo, a mesa do Senhor, onde é celebrada a morte e ressurreição de Cristo. Por fim, a Igreja volta a receber a iluminação, apagada desde o início do rito, para recordar que Cristo é a “Luz a se revelar às nações”, terminado o rito, Dom Luiz prosseguiu com a liturgia eucarística.

Antes da benção final, o decreto de dedicação foi lido e assinado pelo Bispo Diocesano, pelo pároco e pelo Diácono permanente e colaborador do padre, Divino Damasceno. Dom Luiz se dirigiu à capela e guardou a âmbula com o Santíssimo Sacramento no novo sacrário, incensando e fazendo uma breve oração silenciosa.

Uma placa mencionando a dedicação, acontecida no ano das comemorações dos 30 anos da diocese, e confirmando o título de São Joaquim e Santa Ana a comunidade foi descerrada pelo Bispo Diocesano que vibrou com a comunidade, que aplaudiu o desfecho da celebração de pé.

Dom Luiz convidou todos para antes de se dirigirem a suas casas que realizassem o gesto de beijar o altar: “Jesus é o altar. O altar evoca, a mesa sobre a qual Jesus antecipou seu sacrifício, oferecendo-se no altar da cruz. Cristo é o altar porque com Ele e N´Ele se apoia e se realiza o sacrifício redentor”.

 


15 jul., 2019

Todos os anos acontece um encontro diocesano para os profissionais que trabalham nas secretarias paroquiais, o Edios. O Encontro Diocesano de Secretarios e Atendentes paroquiais está em sua 44ª edição. Trata-se de um dia formativo e também de encontro para troca de experiências com aqueles e aquelas que são os cartões de visita das paróquias.

Este ano o tema central, desenvolvido pelo Chanceler Diocesano, Padre Andre Dimas, tratou dos registros de batismo e matrimonio e também sobre as causas de nulidade e como é feito o processo de encaminhamento para a Câmara de Instrução Processual.

O encontro reuniu noventa pessoas que após o almoço tiveram a oportunidade de participar de oficinas específicas escolhidas no ato da inscrição. Prestação de Contas – SGCP; Secretariado Paroquial: Extensão da Cúria Diocesana; Como Administrar a vida das pessoas com o trabalho da secretária e a novidade deste ano, Arquivo Histórico, que trouxe um apanhado geral de como arquivar, organizar e guardar os documentos paroquiais.

No final da tarde uma missa celebrada pelo coordenador de pastoral, Pe. Marcos Joaquim Patrício e concelebrada pelo Pe. Fausto dos Santos, pároco da São Judas e participante do encontro, reuniu todos ao redor do altar. “Vocês são o nosso cartão de visitas, tudo começa lá na secretaria e vocês são primordiais na vida da Igreja. A primeira acolhida acontece com vocês, nunca se esqueçam”, salientou o celebrante.

Antes da benção final, Pe. Marcos agradeceu a participação de todos os secretários e secretarias paroquiais e fez um especial agradecimento a dedicação da comissão, que preparou o encontro, e antes mesmo do seu término já estava sendo bastante elogiado.

Depois da entrega do certificado e do presente, um lindo relógio personalizado, todos em uníssono cantaram ‘parabéns a você’ celebrando a alegria de participar de maneira direta da evangelização.


15 jul., 2019

Dom Carlos Lema, Bispo Referencial da Pastoral do Ensino Religioso no Regional e membro do Conselho Estadual de Educação em São Paulo, visitou escolas da Diocese de Campo Limpo, conversou com professores, ouviu sugestões de gestores e conversou com alunos.


12 jul., 2019

A Paróquia Santa Paulina, forania Embu das Artes, celebrou no dia 09 a festa de sua padroeira. Sete dias antes da comemoração, todas as comunidades puderam participar da ‘Semana da padroeira’ pedindo assim, a intercessão da Santa, que em 1875, migrou com sua família para o Brasil, país que adotou como sua pátria, estabelecendo-se em Vígolo, nova Trento (SC).

A festividade aconteceu na antiga matriz e ganhou um brilho especial com a chegada de mais uma Relíquia de Santa Paulina, a paróquia recebeu a primeira quando foi criada em 2003. Trata-se de um fragmento do osso da santa, que foi enviado pela Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, que a santa fez parte. Com a relíquia, foi enviado um documento em latim que atesta a veracidade do fragmento humano. O administrador paroquial, Renato Alves, leu e traduziu o documento para a comunidade que alegremente festejou com uma grande salva de palmas.

Dia 09, dia do falecimento da santa e feriado no Estado de São Paulo, amanheceu com um céu azul e a missa realizada de forma campal às 10 horas, contou com participação significativa dos paroquianos, apesar da baixa temperatura.

Em sua homilia, Padre Renato recordou o grande carinho com que foi recebido na comunidade há um ano e dois meses. “Esta é a minha segunda festa da padroeira e fizemos muitas coisas, mas ainda há muito a fazer”, lembrou agradecido e pediu à comunidade que, a exemplo da padroeira todos tenham o coração caridoso, “Santa Paulina se dedicou aos idosos, aos doentes e órfãos, temos todas essas realidades aqui no nosso território paroquial, que Paulina seja sempre a nossa inspiração para que a caridade fraterna que envolve o serviço aos mais necessitados seja aparente em todos os cristãos”.

A paróquia Santa Paulina é composta pela igreja-matriz Imaculada Conceição e pelas comunidades Menino Jesus de Itatuba e Santa Paulina, Nossa Senhora de Fátima, Sagrado Coração de Jesus, Sagrada Família, São Pedro e Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

Depois de celebrada a Eucaristia e antes da benção final uma grande procissão, que contou com a presença do Padre Rodrigo Antônio da Silva, reitor do Seminário Propedêutico Sagrada Família, que concelebrou a Santa Missa, caminhou com a imagem da Santa por algumas ruas do bairro Itatuba. Entre cantos, orações e vivas, o andor foi transportado juntamente com as duas relíquias, carregadas pelos padres, a frente da multidão.

No retorno a Igreja padre Renato fez questão de expressar a sua gratidão a todos que se empenharam na preparação para a festa da padroeira e por todas as outras iniciativas em que a comunidade participa ativamente. Depois da benção final todos os participantes receberam rosas, puderam tocar as relíquias e fechando as comemorações bolo foi oferecido a todos.

Santa Paulina

Desde criança, ajudou na paróquia de Nova Trento, engajada na vida pastoral e social. Até que, em 12 de julho de 1890, deu início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, junto a sua amiga Virginia Rosa Nicolodi. Elas cuidavam de Angela Viviani, em fase terminal de câncer, num casebre doado por Beniamino Gallotti. Após a morte da enferma, em 1891, juntou-se a elas Teresa Anna Maule. As três transferiram a Congregação para a cidade de Nova Trento em 1894.

Em 1903, foi eleita superiora geral, por toda a vida. Nesse mesmo ano, foi para São Paulo, para cuidar dos ex-escravos idosos e crianças órfãs, filhas de ex-escravos e pobres na região do Ipiranga.

Já em 1909, quando a Congregação cresceu nos estados de São Paulo e Santa Catarina, Madre Paulina foi deposta do cargo de Superiora Geral pela autoridade eclesiástica e enviada para Bragança Paulista, a fim de cuidar doentes e asilados, onde testemunhou humildade heroica e amor ao Reino de Deus. Compreendendo que a obra é de Deus e não sua, submeteu-se humildemente e permaneceu por nove anos naquela missão.

Foi chamada a viver na sede Geral da Congregação em 1918. Testemunhou uma vida de santidade e ajudou na elaboração da História da Congregação e no resgate do Carisma fundante.

Santa Paulina morreu aos 76 anos, na Casa Geral em São Paulo, dia 9 de julho de 1942, com fama de santidade, pois viveu em grau heroico as virtudes de fé, esperança e caridade e demais virtudes.

Foi canonizada pelo Papa João Paulo II, em 19 de maio de 2002, na Praça de São Pedro, no Vaticano, e passou a ser chamada de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.

 

 


11 jul., 2019

Em celebração regada de significados, centenas de fieis acompanharam atentos, embora os termômetros marcassem apenas nove graus, o rito de dedicação do templo construído do zero por insistência e coragem do pároco e da comunidade.