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15 jul., 2019

Dom Carlos Lema, Bispo Referencial da Pastoral do Ensino Religioso no Regional e membro do Conselho Estadual de Educação em São Paulo, visitou escolas da Diocese de Campo Limpo, conversou com professores, ouviu sugestões de gestores e conversou com alunos.


12 jul., 2019

A Paróquia Santa Paulina, forania Embu das Artes, celebrou no dia 09 a festa de sua padroeira. Sete dias antes da comemoração, todas as comunidades puderam participar da ‘Semana da padroeira’ pedindo assim, a intercessão da Santa, que em 1875, migrou com sua família para o Brasil, país que adotou como sua pátria, estabelecendo-se em Vígolo, nova Trento (SC).

A festividade aconteceu na antiga matriz e ganhou um brilho especial com a chegada de mais uma Relíquia de Santa Paulina, a paróquia recebeu a primeira quando foi criada em 2003. Trata-se de um fragmento do osso da santa, que foi enviado pela Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, que a santa fez parte. Com a relíquia, foi enviado um documento em latim que atesta a veracidade do fragmento humano. O administrador paroquial, Renato Alves, leu e traduziu o documento para a comunidade que alegremente festejou com uma grande salva de palmas.

Dia 09, dia do falecimento da santa e feriado no Estado de São Paulo, amanheceu com um céu azul e a missa realizada de forma campal às 10 horas, contou com participação significativa dos paroquianos, apesar da baixa temperatura.

Em sua homilia, Padre Renato recordou o grande carinho com que foi recebido na comunidade há um ano e dois meses. “Esta é a minha segunda festa da padroeira e fizemos muitas coisas, mas ainda há muito a fazer”, lembrou agradecido e pediu à comunidade que, a exemplo da padroeira todos tenham o coração caridoso, “Santa Paulina se dedicou aos idosos, aos doentes e órfãos, temos todas essas realidades aqui no nosso território paroquial, que Paulina seja sempre a nossa inspiração para que a caridade fraterna que envolve o serviço aos mais necessitados seja aparente em todos os cristãos”.

A paróquia Santa Paulina é composta pela igreja-matriz Imaculada Conceição e pelas comunidades Menino Jesus de Itatuba e Santa Paulina, Nossa Senhora de Fátima, Sagrado Coração de Jesus, Sagrada Família, São Pedro e Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

Depois de celebrada a Eucaristia e antes da benção final uma grande procissão, que contou com a presença do Padre Rodrigo Antônio da Silva, reitor do Seminário Propedêutico Sagrada Família, que concelebrou a Santa Missa, caminhou com a imagem da Santa por algumas ruas do bairro Itatuba. Entre cantos, orações e vivas, o andor foi transportado juntamente com as duas relíquias, carregadas pelos padres, a frente da multidão.

No retorno a Igreja padre Renato fez questão de expressar a sua gratidão a todos que se empenharam na preparação para a festa da padroeira e por todas as outras iniciativas em que a comunidade participa ativamente. Depois da benção final todos os participantes receberam rosas, puderam tocar as relíquias e fechando as comemorações bolo foi oferecido a todos.

Santa Paulina

Desde criança, ajudou na paróquia de Nova Trento, engajada na vida pastoral e social. Até que, em 12 de julho de 1890, deu início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, junto a sua amiga Virginia Rosa Nicolodi. Elas cuidavam de Angela Viviani, em fase terminal de câncer, num casebre doado por Beniamino Gallotti. Após a morte da enferma, em 1891, juntou-se a elas Teresa Anna Maule. As três transferiram a Congregação para a cidade de Nova Trento em 1894.

Em 1903, foi eleita superiora geral, por toda a vida. Nesse mesmo ano, foi para São Paulo, para cuidar dos ex-escravos idosos e crianças órfãs, filhas de ex-escravos e pobres na região do Ipiranga.

Já em 1909, quando a Congregação cresceu nos estados de São Paulo e Santa Catarina, Madre Paulina foi deposta do cargo de Superiora Geral pela autoridade eclesiástica e enviada para Bragança Paulista, a fim de cuidar doentes e asilados, onde testemunhou humildade heroica e amor ao Reino de Deus. Compreendendo que a obra é de Deus e não sua, submeteu-se humildemente e permaneceu por nove anos naquela missão.

Foi chamada a viver na sede Geral da Congregação em 1918. Testemunhou uma vida de santidade e ajudou na elaboração da História da Congregação e no resgate do Carisma fundante.

Santa Paulina morreu aos 76 anos, na Casa Geral em São Paulo, dia 9 de julho de 1942, com fama de santidade, pois viveu em grau heroico as virtudes de fé, esperança e caridade e demais virtudes.

Foi canonizada pelo Papa João Paulo II, em 19 de maio de 2002, na Praça de São Pedro, no Vaticano, e passou a ser chamada de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.

 

 


11 jul., 2019

Em celebração regada de significados, centenas de fieis acompanharam atentos, embora os termômetros marcassem apenas nove graus, o rito de dedicação do templo construído do zero por insistência e coragem do pároco e da comunidade.


jul. 11, 2019

Centenas de mulheres viveram a experiência da espiritualidade, da cura interior e do testemunho de amor a Deus na primeira Conferência só para Mulheres da Diocese de Campo Limpo.


11 jul., 2019

O Vaticano anunciou ontem a saída do monsenhor Massimo Palombella do cargo de maestro-diretor da Capela Musical Pontifícia, nome oficial do coro da Capela Sistina. Para seu lugar foi designado o brasileiro Marcos Pavan.

Segundo comunicado da Santa Sé, o papa Francisco acatou o “pedido do maestro para encerrar suas funções”.

Pavan é natural de São Paulo e se tornou padre na diocese de Campo Limpo, zona sul da capital paulista. Em sua carreira musical, estudou técnica vocal e canto gregoriano em São Paulo e Nova York e foi membro do Coro Lírico do Teatro Municipal.  


2 jul., 2019

“... a juventude não é uma sala de espera, é o “agora” de Deus”. (Papa Francisco)

 

Na juventude, fase intensa e cheia de questionamentos, onde a busca da alegria se resume a tantos supérfluos, informar e prevenir sobre o uso das drogas é tarefa obrigatória.  Atendendo as urgências do bairro, a Forania São José – Capão Redondo promoveu o Encontro Foranial da Juventude para falar abertamente sobre os danos que a droga, licita ou ilícita, causa na vida do indivíduo, no âmbito social, familiar e principalmente a saúde.

O encontro aconteceu, no sábado (29), no salão paroquial da igreja Santuário São José Operário durante todo o período da manhã e foi conduzido pelo vigário foraneo Pe. Antonio Ferreira Gonçalves. O tema foi desenvolvido por Rita Colares, do Projeto Mãe que Acolhe, que oferece apoio terapêutico a famílias de dependentes de álcool e outras drogas, convidada especialmente para o evento. De forma dinâmica e criativa, apresentou os principais problemas causados pelo consumo de álcool e outras drogas, com gráficos e ilustrações que prenderam a atenção dos mais de 40 jovens presentes.

“A influência é um dos fatores fundamentais para que a iniciação às drogas aconteça. É muito raro um jovem partir sozinho ao encontro de alguma droga, ele a conhece com um amiguinho, ou ainda em um grupo que faz uso de alguma substância e passa a ter encontros cada vez mais frequentes, tornando-se dependente”, salienta a palestrante.

O encontro foi também momento de confraternização e partilha, com animação, feita por jovens músicos do Santuário e café da manhã preparado com especial carinho. Padre Reinaldo Sussumu Akagui, pároco da Santo Antônio, uma das paróquias desta forania, também esteve presente.

"A juventude não pode ser destruída pelas drogas, sobretudo pelo álcool, a maior preocupação é a prevenção, que deve ser feita nas escolas, nas famílias e também na igreja", completa padre Antônio.

Outros encontros como este estão previsto, mas ainda sem data!        

 


24 jun., 2019

Ao tratarmos deste tema não temos a pretensão e nem o objetivo de esgotar qualquer conteúdo no referido assunto, pois o mesmo possui uma relevância que não pode ser desconsiderada, porém não pretendemos discorrermos em dados estatísticos muito menos elencarmos dados de pesquisas embora estas últimas nos apresentem resultados que não são animadores. Queremos sim, de maneira simples e compreensível, elencar com as devidas considerações e respeito as diversas opiniões dos leitores.

Ponto importante a ser colocado aqui é que não podemos esquecer que as fragilidades humanas são intrínsecas a todos nós e que ninguém está exatamente intocável pelas dores da existência humana. No que tange a temática do suicídio se faz necessário entender que não há distinção de status social, raça, cor, credo religioso, gênero (se homem ou mulher), mas que esta realidade pode às vezes estar mais próximo do que podemos imaginar. Creio que está havendo uma falha na compreensão de algumas expressões e conceitos como, por exemplo, a tristeza. Não se pode confundir tristeza com depressão. A tristeza está inserida no quadro depressivo, no entanto não significa que estar triste necessariamente se esteja com depressão. Todos nós ficamos tristes em vários momentos da nossa vida e isso é perfeitamente normal. Chamo a atenção para que se evitem certas expressões como estou depressivo ou fulano está depressivo. Quem faz o diagnóstico da depressão é o profissional da psicologia ou o médico psiquiatra. Da mesma forma incorre em sérios riscos à saúde a automedicação, ou seja, tomar remédios por conta própria.

Queremos elencar de modo breve alguns pontos para nos ajudar refletir sobre o tema. O suicídio apresenta sinais que são antecedentes ao ato propriamente dito. Dentre os sintomas e sinais, existe o isolamento pessoal, queixas frequentes e fala constante sobre o assunto (que não deve ser ignorado pelos ouvintes), autoestima muito baixa, sensação de vazio interior muito intensa, perda de sentido para a vida.

As motivações podem tanto ser um conjunto de fatos subsequentes como pode ser um único motivo. Transtornos psicológicos e psiquiátricos, término de relacionamentos, auto cobrança excessiva, bulling, problemas financeiros, problemas conjugais, perda do emprego e status social, desesperança e uso de drogas.

Creio que o que mais precisamos investir é no fator preventivo. Dentre os fatores podemos citar naturalmente a terapia caso a pessoa sinta esta necessidade. Vínculos familiares mais intensos e reais. As pessoas estão morando dentro da mesma casa e não se falam, não têm tempo uns para os outros. É preciso resgatar o valor familiar e fazer com que a família se torne o ambiente seguro. Vínculos de amizade, sobretudo presencial. Amizade via aparelhos eletrônicos não são tão eficazes quanto um abraço e o calor humano, elas podem existir, mas não podem substituir a presença humana. Mais vale o abraço de um pai de uma mãe ou de um amigo do que centenas de seguidores em qualquer ferramenta tecnológica. Menos Facebook e Whatsapp e mais presença física. Crença religiosa é um grande fator que ajuda de maneira muito considerável e positiva, pois a mesma leva ao indivíduo a perspectiva da esperança, dos valores e do transcendente que está para além das dores e sofrimentos humanos além de favorecer amizades isentas de drogas e outros riscos.

Como descrevemos no início não temos a pretensão de esgotar o assunto, mas colocar de modo objetivo essa realidade. O convite aqui é para que você se ame mais, se cuide mais e conseqüentemente faça o mesmo com aqueles que fazem parte da sua vida.

 

Lidionor Sampaio Lisboa é sacerdote católico, reitor do seminário diocesano de Campo Limpo, graduando em Psicologia, licenciado em Filosofia pela Unifai, Bacharel em Teologia pela Faculdade Paulo VI, Pós-Graduado em Terapia Familiar pela Unyleya, Pós-graduado em Logoterapia e Análise Existencial de Viktor Frankl pela PUC-PR, Pós-Graduado em Psicanálise pela Unyleya e Formado em Psicanálise pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise Clinica.


24 jun., 2019

As férias, antes de ser um direito do trabalhador e dever do empregador, é uma necessidade psicofísica do homem. O nosso cérebro e nossa mente necessitam do descanso. O nosso corpo precisa do descanso, e muitas vezes os nossos colegas de trabalho precisam descansar da nossa presença. Mas, sabemos que nem sempre isso acontece.

Várias são as explicações que podemos obter ao percebermos que o período de férias nos foi privado. A principal delas, certamente, é a questão financeira e por esse motivo, em muitos casos, o período das férias se torna a oportunidade para abraçarmos o famoso “bico”, um trabalho realizado nos dias que abarcam as férias tão desejadas e esperadas.

Todos nós necessitamos das férias, independentemente de qual seja a nossa profissão ou função exercida na sociedade. Lembremos que os políticos tiram seus dias de descanso, os profissionais liberais têm seu período de descanso e pasmem os senhores e as senhoras, até o papa reserva os seus sagrados dias para descansar. O descanso não é uma opção, mas uma necessidade de sobrevivência.

Sendo assim, nos aproximamos do mês de julho, mês das férias escolares. Culturalmente as férias é um período onde nós brasileiros baixamos a guarda, frente a algumas obrigações para curtirmos nossos dias de tranqüilidade.

Este período é ideal para a convivência mais intensa dos pais com os filhos. Período de programar junto à família e as pessoas que amamos um belo passeio ou simplesmente ficarmos em casa conversando, ajudando nos afazeres domésticos, brincar com os filhos, assistirem juntos uma boa programação, enfim, convivendo mais com a família para que cada personagem familiar exerça seu papel nesta pequena comunidade de amor.

O ideal seria que os pais que trabalham fora conseguissem alinhar as datas de suas férias para que pudessem desfrutar juntos esses dias tão merecidos. Férias é tempo de quebrar as regras do levantar cedo, das correrias, das arrumações aceleradas. Em um tom jocoso até poderíamos dizer; o ministério da saúde adverte não tirar férias é prejudicial à saúde. Os excessos de obrigações, de trabalhos, de responsabilidades geram um estado de estresse e conseqüentemente nos tornamos pessoas briguentas, impacientes e às vezes insuportáveis em casa e no ambiente de trabalho. É por este motivo que dissemos no início deste artigo que, às vezes os colegas de trabalho precisam descansar da nossa presença. Voltando ao título do nosso artigo, não permita que ninguém “roube” as suas férias, ainda que este seja você mesmo.

Se por um lado você não pode desfrutar de férias nos meses de trabalho o contrário deveria ser verdadeiro, ou seja, não ater se à obrigação de trabalhar nas férias. Meus caros, obviamente aqui se considera com toda a força a condição social de cada um, bem como suas necessidades pessoais e familiares. Mas lembrem-se, talvez as suas férias não sejam somente suas, mas sejam também dos seus filhos, de seus pais, do seu cônjuge dos seus amigos que aguardam ansiosos para conviverem um tempo a mais juntos!!!

Se alguém quiser roubar suas férias! Dê férias para ele!

 

Lidionor Sampaio Lisboa é sacerdote católico, reitor do seminário diocesano de Campo Limpo, graduando em Psicologia, licenciado em Filosofia pela Unifai, Bacharel em Teologia pela Faculdade Paulo VI, Pós-Graduado em Terapia Familiar pela Unyleya, Pós-graduado em Logoterapia e Análise Existencial de Viktor Frankl pela PUC-PR, Pós-Graduado em Psicanálise pela Unyleya e Formado em Psicanálise pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise Clinica.


12 jun., 2019

Na celebração dos seus 30 anos de instalação, Diocese de Campo Limpo recebeu a honraria Salva de Prata e duas moções de Aplauso e Congratulações por seu destacável serviço social e de evangelização.