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18 jan., 2019

“Missão é partir, caminhar, deixar tudo, sair de si...”

Dom Helder Câmara

Essas palavras de Dom Helder Câmara refletem bem o que nós do COMIDI de Campo Limpo vivemos do dia 03 ao dia 14 de janeiro deste ano. 104 missionários estiveram comprometidos na Missão Além fronteiras, na cidade de Araçuaí-MG. O Vale do Jequitinhonha, região ao norte do estado, acolheu esse animado grupo de missionários composto por adultos, jovens e crianças. Com o lema: “Cristãos, sal da terra e luz do mundo, em busca da santidade”, estivemos caminhando com essa Igreja.

Encontramos uma realidade rica de tradições e de cultura, mas também marcada pelo sofrimento, por situações de pobreza, violência, alcoolismo.

A paroquia S. Antônio, onde se desenvolveu a missão, é composta por mais de 40 comunidades, divididas nas áreas urbana e rural. Sendo as rurais 30 delas. Com apenas dois sacerdotes presentes na paróquia, o desafio de alcançar todas as comunidades para desenvolver um serviço adequado é grande. A distância entre as comunidades é um outro desafio que impossibilita o trabalho pastoral.

Podemos oferecer a essa realidade, além das visitas porta a porta, levando o anúncio do Querigma, momentos celebrativos com enfoque nas famílias, dentro da qual se quis valorizar a família na sua participação na vida da comunidade, além de momentos de reconciliação que permitiu as comunidades de renovar a acolhida fraterna através do perdão. Vivemos também a oração do terço missionário.

Um curso sobre o dízimo em 6 comunidades maiores favoreceu a conscientização dos cristãos para uma participação mais ativa na vida da paróquia. Encontramos a realidade jovem que ajudou nas visitas aos doentes, o que permitiu ao pároco de ter conhecimento de situações ainda não conhecidas. Uma gincana missionária para as crianças coloriu o dia em diversas comunidades. Um grupo de jovens missionários se encarregou de levar a alegria a muitos desses pequenos. 

O povo de Araçuaí acolheu com muita abertura e disponibilidade essa “invasão missionária”. Muito generosos, se preocuparam, em cada casa visitada, da nossa situação física, visto que o sol foi companheiro fiel de todos os dias, com temperaturas que passavam dos 35°.

Não faltava um copo de água, um suco, um biscoito para demostrar toda gratidão por aquela visita que era passagem de Deus. Não passaram despercebidos atenções como rezar, para que a chuva não chegasse enquanto estivéssemos na zona rural.  Mesmo necessitados da chuva, porque é uma zona que sofre a seca, a chuva teria deixado muitos missionários bloqueados nas zonas rurais por dias, sem possibilidade de ir embora.

Os missionários enfrentaram de tudo, não faltaram desafios para alcançar a todos com o anuncio do Amor de Deus, mas prevaleceu a alegria. Como sempre, fizemos a experiência que na evangelização tem um dar-se, mas se torna também ricos pela fé partilhada, edificados pelo testemunho de vida encontrado.

A evangelização se concluiu com uma celebração Eucarística na praça da cidade. Todas as comunidades visitadas enviaram seus representantes, enfrentando, para algumas comunidades rurais mais de 2 horas de viagem. Assim, cerca de 1.300 pessoas estiveram conosco na Missa final.

Resta no coração muita gratidão! Gratidão que começa pelo nosso Bispo Dom Luiz Antônio, que nos apoia e incentiva a sermos “Igreja em saída”. Ao Padre Amauri, da diocese de Campo Limpo, que exerceu nas diversas comunidades seu serviço sacerdotal e nos alegrou com sua presença. Aos missionários que se doaram enfrentando as dificuldades, se superando para que o anúncio chegasse a todos. Ao pároco, Pe. Júlio e a Pe Tiago e a todos os leigos que colaboraram na paroquia de S. Antônio, em Araçuaí,para que a missão acontecesse. Somos gratos também a todos que participaram na preparação da missão, doando balas e outras guloseimas que fizeram a festa das crianças.

Muitos foram os esforços para chegar a esse momento, muitos cofrinhos missionários estiveram espalhados, muitas economias feitas ao longo do ano, bazares, vendas... muita solidariedade entre os missionários para que ninguém faltasse. Tudo nos deixa alegres e gratos.

Obrigado!

Veja o vídeo da Missão em: https://www.youtube.com/watch?v=4j7i9zrrToE&t=276s

 “Nunca como hoje se ofereceu à Igreja a possibilidade de, com o testemunho e a palavra, fazer chegar o Evangelho a todos os homens e a todos os povos. Vejo alvorear uma nova época missionária, que se tornará dia radioso e rico de frutos, se todos os cristãos... corresponderem, generosa e santamente, aos apelos e desafios do nosso tempo. ” RM, 92


15 jan., 2019

Desde o começo do ano de 2018, o espaço contemplativo dedicado a padroeira do Brasil na Catedral Santuário Sagrada Família, vem sendo reformulado. O espaço, que ganhou primeiro o nicho, em outubro passado ganhou também um painel e em dezembro um belíssimo vitral, que completou a obra instalada graças à doação generosa de inúmeras pessoas.

O projeto há muito tempo foi sonhado pelo pároco, Sandro Ely de Oliveira que compartilhou com o grande artista sacro Cláudio Pastro, já falecido, em uma de suas últimas visitas a Catedral, onde ele imprimiu em inúmeros painéis sua arte e teria aprovado a ideia. “A campanha possibilitou voltar a sonhar com a obra completa e graças à doação generosa do povo de Deus, hoje, é possível contemplar a Mãe Deus nesse espaço totalmente dedicado a ela, um espaço pensado para completar a beleza artística desta Catedral”, salienta o pároco.

Os estudos foram feitos pelo arquiteto da diocese Heberth Teixeira e o desenho do vitral leva a assinatura da profissional em artes visuais Melissa da Costa Caldas, que trabalha para a D’Falco vitrais, em Itatiba (SP), que executou a confecção e instalação, aliás, esta é a mesma empresa que executou os trabalhos em vidros na Basílica Nacional de Aparecida. O trabalho foi minucioso e feito em dois dias, vidro a vidro, peça por peça, com muita destreza dos instaladores o vitral ganhou forma.

O vitral é também uma catequese, além de obra de arte. As ondas azuis representam as águas do Rio Paraíba, que trouxeram a imagem de Nossa Senhora e que se transformam também no manto que envolve os 26 estados brasileiros, representados pelas peças em tom âmbar, o lírio no centro simboliza a pureza e a beleza perfeita de Maria. O vitral tem três tons de azuis, dois de âmbar e um branco que leva o nome de opalescente branco. A esquadria em ferro fixo tem 6,1 metros de altura por 4,78 metros de comprimento e a pintura é eletrostática na cor preta.

Durante o dia, as cores iluminadas pelo sol no vitral são um convite à contemplação, à noite a iluminação especial na imagem de Nossa Senhora dá a ela um brilho especial e faz do conjunto, painel e vitral, uma ‘pintura’. A obra transformou o interior da Catedral e todos os visitantes serão certamente atraídos pela beleza desta arte religiosa.


14 jan., 2019

Movidos pelo tema: “Sagrada Família de Nazaré, minha família vossa é”, fiéis e inúmeras famílias da Paróquia Catedral Santuário Sagrada Família, uniram-se, no dia 30 de dezembro, na Igreja Mãe da Diocese, que é dedicada à Sagrada Família, para celebrar sua padroeira. Celebrar a padroeira e também celebrar a vida da comunidade.

A Santa Missa aconteceu às 10 horas e foi celebrada pelo Bispo Diocesano Dom Luiz Antônio Guedes, que, ao saudar todos os presentes, logo no início da celebração, lembrou que esta Festa é também uma festa que incentiva ao aprofundamento do amor e do perdão familiar.

Em sua homilia, entre muitas considerações, o celebrante chamou atenção para a perfeição da Sagrada Família, como exemplo para todas as famílias: “É preciso pedir a graças de acolher em nossos lares o exemplo da Sagrada Família, da perfeita Sagrada Família, mas, quero salientar que o fato de dizer que é uma família perfeita, não significa que eles não tiveram problemas ou dificuldades”.

E continuou: ”A família enfrentou uma viagem cansativa a Belém para o recenseamento, Maria já prestes a dar a luz, não encontrou lugar em nenhuma hospedaria, estava tudo cheio, todo mundo tinha ido a Belém, e em trabalho de parto conseguiu apenas um lugar numa estrebaria, onde nasceu Jesus, no último lugar. Depois, quando Herodes mandou matar todos os primogênitos até dois anos, tiveram que viajar as pressas, se esconder. Não foram poucas as dificuldades”.

E concluiu: “Eles são exemplos de família perfeita porque eles se apresentavam totalmente a Deus, tem as vidas voltadas para Deus para realizar a vontade de Deus. José obediente ao Senhor, acolheu Maria e a tomou como esposa. Maria, desde a aparição do Anjo, se colocou inteiramente a disposição de Deus, Jesus feito homem, foi obediente aos seus pais escolhidos para lhe dar a vida e a Deus. É preciso, ainda que com dificuldades, consagrar nossa família e pedir a graça da perseverança e fidelidade com Deus, que está sempre disposto a nos perdoar e nos dar uma nova chance.”

No encerramento da celebração, que contou com a participação dos casais da pastoral familiar, a oração dedicada a Sagrada Família foi lida por todos e a música do Padre Zezinho, que é um verdadeiro hino as famílias, Abençoa Senhor as famílias, amém!, foi entoado pelo ministério de música.


jan. 14, 2019

O Movimento Cenáculo em Famílias, que tem como missão ajudar as famílias na busca da santidade e que tem como lema: "Sua família, uma casa de Oração", realizou no dia 14 de dezembro às 21 horas, um encontro com o tema: "Os desafios da família Cristã na atualidade". O encontro, Casa Mãe dos Cenáculo em Famílias, no município de Embu das Artes, contou com a participação do professor Felipe Nery.

Cerca de 20 famílias participaram do encontro, o professor Felipe Nery, destacou a preocupação que os pais devem ter na educação de seus filhos, diante das ideologias e suas verdadeiras intenções, também sobre a importância de resgatar e transmitir aos filhos a vida dos santos e que o lar é antes de tudo escola de santidade, e assim, de maneira clara e muito objetiva, fez com que o público interagisse e participasse, já que o assunto tratado é bastante atual e intrigante.

O professor é fundador do Instituto Sophia Perennis, que tem como objetivo, resgatar e atualizar os princípios fundamentais da Educação Patrística, é casado e pai de quatro filhos, além de palestrante e presidente do Observatório Interamericano de Biopolítica.

Para André e Márcia, coordenadores do Cenáculo em Famílias, temas como este devem ser estudados e aprofundados em grupos, para fortalecer a caminhada das famílias cristãs. Devem acontecer mais encontros como este no próximo ano, é uma necessidade das famílias, uma vez que ‘a família é a célula mãe da sociedade’. “As famílias vêm passando por inúmeras dificuldades, nos campos dos valores, dos relacionamentos e isso é uma realidade da nossa sociedade, que coloca tudo como normal, onde tudo é superficial, levando as pessoas a buscar a satisfação imediata e se esquecer que nós temos um projeto muito maior, da parte de Deus, e esse projeto passa pela família”, destaca o casal.

O movimento volta as atividades a partir de fevereiro, toda 2ª e 4ª sexta-feira do mês às 20h45 na Alamedas das Tipuanas, 69 -  Bosque do Embu. Participe!


14 jan., 2019

Queridos irmãos e irmãs,

Encerrando a catequese sobre a missa parte por parte, transcrevemos  o último trecho do que o Missal Romano nos orienta! Reitero que para evitarmos “os abusos litúrgicos”, basta sermos fiéis ao que nos orienta a Santa Mãe Igreja:

Continuação

  1. Enquanto o sacerdote toma o Sacramento, dá-se início ao cântico da Comunhão, que deve exprimir, com a unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes, manifestar a alegria do coração e realçar melhor o caráter «comunitário» da procissão daqueles que vão receber a Eucaristia. O cântico prolonga-se enquanto se ministra aos fiéis o Sacramento. Se canta um hino depois da Comunhão, o cântico da Comunhão deve terminar a tempo. Procure-se que também os cantores possam comungar comodamente.
  2. Como cântico da Comunhão pode utilizar-se ou a antífona indicada no Gradual Romano, com ou sem o salmo correspondente, ou a antífona do Gradual simples com o respectivo salmo, ou outro cântico apropriado aprovado pela Conferência Episcopal. Pode ser cantado ou só pelo Coro, ou pelo Coro ou por um cantor juntamente com o povo. Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis.
  3. Terminada a distribuição da Comunhão, o sacerdote e os fiéis, conforme a oportunidade, oram alguns momentos em silêncio. Se se quiser, também pode ser cantado por toda a assembleia um salmo ou outro cântico de louvor ou um hino.
  4. Para completar a oração do povo de Deus e concluir todo o rito da Comunhão, o sacerdote diz a oração depois da Comunhão, na qual implora os frutos do mistério celebrado. Na Missa diz-se uma só oração depois da Comunhão, que termina com a conclusão breve, isto é: • se a oração se dirige ao Pai: Per Christum Dóminum nostrum; • se se dirige ao Pai, mas no fim da oração se menciona o Filho: Qui vivit et regnat in sáecula saeculórum; • se se dirige ao Filho: Qui vivis et regnas in saecula saeculórum. O povo faz sua esta oração por meio da aclamação: Amem.
  5. D) Rito de conclusão 90. O rito de conclusão consta de: a) Notícias breves, se forem necessárias; b) Saudação e bênção do sacerdote, a qual, em certos dias e em ocasiões especiais, é enriquecida e amplificada com uma oração sobre o povo ou com outra fórmula mais solene de bênção. c) Despedida da assembleia, feita pelo diácono ou sacerdote; d) Beijo no altar por parte do sacerdote e do diácono e depois inclinação profunda ao altar por parte do sacerdote, do diácono, e dos outros ministros.

14 jan., 2019

Na sua oração sacerdotal Jesus pede ao Pai que os seus discípulos estejam no mundo sem serem do mundo. Estar no mundo, pois é na sociedade, onde os seres humanos vivem e se relacionam, que os cristãos devem viver sua vocação e exercer sua missão. Estão destinados a ser “sal da terra” e “luz do mundo”. Não ser do mundo enquanto poder organizado sobre a injustiça e a opressão que prejudica e destrói a vida.

Os cristãos não estão sozinhos na construção da sociedade justa, fraterna e solidária. Há outros protagonistas que também agem para construí-la.

A “Gaudium et Spes” (Alegria e Esperança), que é um dos documentos emanados do Concílio Ecumênico Vaticano II, afirma que “pela fidelidade à consciência, os cristãos se unem aos outros homens na busca da verdade e na solução justa de inúmeros problemas morais que se apresentam, tanto na vida individual quanto social (nº 16)”.

Numa sociedade pluralista, como a de hoje, são muitas as mãos chamadas a aplicar-se na construção da civilização do amor, espelho mais próximo do projeto do reino de Deus. Os cristãos não detêm o monopólio desse processo. São abertos para ouvir e discernir as propostas de todos, acolhendo as que estão na direção de uma autêntica humanização. São conscientes também de que têm uma contribuição específica a dar na construção do mundo novo a partir de sua fé em Jesus Cristo. Se não a derem, ninguém poderá dá-la. E se omitindo eles serão o fermento do reino guardado no armário.

Retidão, identidade, diálogo e cooperação são atitudes necessárias para a construção da nova sociedade. Sem retidão e identidade não há verdadeiro diálogo. Repito e reforço que num verdadeiro diálogo não deve haver redução de um ao outro. É necessário preservar sempre a alteridade. Assim, o cristão não poderá renunciar à sua fé para aderir a uma ideologia. Procedendo desta forma estaria sendo o sal que perdeu a sua força e não serve mais para nada senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens. Numa conversa em grupo sobre o pluralismo da sociedade atual, ouvi de um sacerdote e psicólogo esta afirmação: “numa sociedade plural, só quem tem identidade sobrevive”. E eu estou convicto de que ele tem razão.

É importante incentivar a participação dos fiéis na busca de solução para os problemas da sociedade em vista de uma salutar convivência humana. Para isso, os fiéis precisam conhecer a identidade da própria fé e as suas consequências práticas, o que exige formação inicial e permanente e inclui o estudo da Doutrina Social da Igreja.  Não se pode aceitar o desejo de alguns de calar a manifestação da Igreja e de seus membros a pretexto de que o Estado é laico. É por ser laico que o Estado não pode impor uma visão unilateral e tem o dever de garantir a liberdade de expressão de todos, tanto os civis como os religiosos. Caso contrário, estaria fazendo diferença entre os seus membros e classificando parte deles como cidadãos de segunda categoria.

O espírito que norteia a decisão de traduzir a fé em atitudes concretas de serviço é a consciência de que o Reino é vida e vida plenamente realizada para todos. O que move os cristãos autênticos à ação é um profundo amor à humanidade segundo o modo com que Jesus Cristo a ama.

Oxalá os assuntos relacionados com as preocupações de todos e, especialmente, dos mais pobres esteja sempre nas pautas de nossos encontros e celebrações, pois “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (Gaudium et Spes nº 1).


14 jan., 2019

Nos últimos dois meses de 2018 foram ordenados, em suas respectivas paróquias, três novos diáconos permanentes para a Diocese de Campo Limpo, pela imposição do Bispo diocesano Dom Luiz Antônio Guedes.

O primeiro deles foi Pedro Schimckler, no dia 1º de novembro, dia de Todos os Santos, na igreja matriz da paróquia Nossa Senhora das Dores, em Juquitiba. Depois, no dia 24 de novembro, Adilson Seguezi, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São Lourenço, que também pertence à forania Itapecerica e por último Ronaldo Santos, em 19 de Dezembro, na paróquia Sagrado Coração de Jesus, forania Campo Limpo.

Com muita alegria e satisfação, as celebrações eucarísticas contaram com a presença de padres e diáconos permanentes da Diocese, além dos seminaristas do Seminário Nossa Senhora Aparecida, e de familiares e amigos dos ordenados.

Em todas as celebrações, na homilia, Dom Luiz, ressaltou a importância da vocação do diácono e o comprometimento com a liturgia, o anúncio da Palavra e a caridade.

A palavra diakonia, de origem grega, significa “serviço” e originalmente era usada sem conotações religiosas para descrever o trabalho de escravos e pessoas humildes. No Novo Testamento, porém, passa a ter um significado teológico e o próprio Jesus é apresentado como aquele que veio para servir e dar sua vida, como narra o Evangelho de Marcos, no capítulo 10.

Hoje, dentro dos serviços ministeriais da Igreja Católica, o diaconato é o primeiro grau do sacramento da Ordem, seguido do presbiterado (padres) e do episcopado (bispos), e imprime caráter àqueles que o recebem, ou seja, assim como o Batismo ou a Crisma, quem recebe o sacramento da Ordem obtém uma marca indelével de fé que não pode ser apagada.

Há, porém, uma distinção em relação ao diaconato, que pode ser transitório ou permanente. Os chamados diáconos transitórios são aqueles candidatos ao presbiterado e, por isso, para eles, o diaconato é uma fase transitória. Já os permanentes são homens casados ou não que, na Igreja, recebem a ordem diaconal para exercer de modo estável o serviço da Palavra, da Caridade e da Liturgia na Igreja.

Diferentemente dos presbíteros, aos diáconos permanentes não cabe, por exemplo, a presidência na celebração da missa, o atendimento de confissões, a unção aos enfermos e outras tarefas que são destinadas exclusivamente aos padres. A missão dos diáconos permanentes torna-se, assim, uma oportunidade para que, inseridos num contexto familiar e profissional, possam dar testemunho do seguimento de Jesus. É uma maneira particular e própria de estar a serviço, principalmente exercendo a caridade e a assistência aos necessitados.


28 dez., 2018

A Escola de Comunicação da Diocese de Campo Limpo nasceu para formar agentes de pastorais para que sejam capazes de utilizar dos meios de comunicação para o anúncio do Evangelho, com coerência e eficácia, favorecendo a ação pastoral da Igreja.

O módulo inaugural foi o de Fotografia, concluído em novembro e ministrado pela renomada fotógrafa Renata Kelly, diretora da Criativa Pix.

A Escola oferecerá a partir de fevereiro o módulo de Mídias Sociais, com aulas teóricas e também práticas, durante a semana e aos sábados, com o conferencista John Câmara, Analista de Sistemas formado pela Estácio de Sá e pós-graduando em Comunicação Social PUC/SP. É gerente de TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação na Diocese de Santo Amaro.

A Escola de Comunicação Diocesana funciona no Centro Pastoral Sagrada Família, bem próximo da Catedral Diocesana e as aulas acontecerão as terças (19h às 22h) e aos sábados (09h às 12h), as inscrições já estão abertas e serão feitas exclusivamente pelo site da diocese (http://www.dcl.org.br/cursos/curso-de-midias-sociais).

Para informações: (Whatsapp Business 3584-9036) ou Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 


28 dez., 2018

Na Noite de Natal, a Catedral Santuário Sagrada Família, vivenciou com centenas de pessoas a celebração do nascimento e Jesus inaugurando o grande e artístico presépio cheio de luzes e movimento.