Roteiro para Assembleias paroquiais e foraniais já disponível
Já estamos caminhando para o final de mais um ano e muitas das nossas paróquias se prepararão para realizar suas assembleias paroquiais e Foraniais.
É importante lembrar que as Assembleias são sempre uma oportunidade de rever nossa caminhada pastoral ao longo do ano, enquanto comunidade de discípulos missionários, tendo em vista nossa ação na realidade a qual estamos inseridos.
De modo especial, este ano, queremos fazer um exercício de olhar positivamente para esta caminhada missionária, tendo como referência nosso 6º Plano Diocesano de Evangelização e de forma especial, um olhar mais atencioso para as 10 metas escolhidas como prioridade até 2020.
É importante termos sempre um olhar de gratidão e confiança em tudo que já foi realizado a partir do 6º Plano, mas, muitas coisas ainda precisam ser feitas. Portanto, este é um momento importante de rever nossa caminhada, seja ela paroquial, pastoral, foranial ou movimento. Cada paróquia precisa ver bem tudo que foi feito e aquilo que talvez ainda pode ser melhor, além é claro, de planejar como deverá ser a caminhada no próximo ano.
Cada pastoral ou movimento tem uma caminhada própria, dentro daquilo que é a razão pela qual existe, mas, além daquilo que já faz ordinariamente, deverá também pensar como trabalhar as metas em suas atividades, lembrando que somos chamados a trabalhar em conjunto, unidos com outras pastorais, buscando caminhos e iniciativas para fazer com que nosso trabalho atinja mais pessoas, além dos nossos grupos.
Diante das metas já assumidas como prioridades para nossa Ação Pastoral em nossa diocese, precisamos ter um olhar atencioso para com outras urgências de grande destaque e que não podem passar despercebidas ao nosso olhar, destacamos o Sínodo da Juventude que lançou um apelo a todos que fazem parte da igreja, a fazer um renovado compromisso de caminhar com os nossos jovens. Com o tema: “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, o Sínodo foi uma oportunidade para ver e conhecer a realidade juvenil, ouvir seus clamores, sugestões e esperanças e, em conversão pastoral, oportunizar à juventude o “sair”, o “em saída”, para que seja sal e luz.
Rogamos que esta proposta seja um instrumento valioso no desafio de avaliar e planejar nossas ações pastorais em todas as dimensões da nossa Diocese. Nosso desejo é que o trabalho possa render frutos para nossa missão evangelizadora nesta Igreja Particular e fortalecer ainda mais nossa caminhada.
Pe. Marcos Joaquim Patrício
Coordenador Diocesano de Pastoral
“Sede pastores com o cheiro de ovelhas”: Frei Leandro é ordenado sacerdote em cerimônia regada a emoção
No dia 3 de novembro a paróquia Nossa Senhora do Carmo pertencente à Diocese de Campo Limpo recebeu os fiéis para a ordenação presbiteral de Frei Leandro de Queiroz Albuquerque, OM.
A missa foi celebrada na igreja matriz, repleta de fiéis vindos de lugares distantes como: Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Houve a participação de padres diocesanos e também das irmãs da Congregação das Missionárias de Cristo da cidade de Jundiaí, as irmãs Missionárias de Jesus Crucificado, a Associação Madre Cabrini Missionárias Sagrado Coração Jesus, ambas instaladas no Capão Redondo, dos terciários leigos da Ordem dos Mínimos de São Francisco de Paula de São Paulo e do Paraná e membros do Apostolado da Oração, e ainda dos paroquianos.
O público estimado foi de cerca de mil e duzentas pessoas que presenciaram a emocionante celebração eucarística presidida por Dom Frei João Inácio Müller, OFM, bispo da Diocese de Lorena. Estava presente também nesta celebração o Padre Geral da Ordem dos Mínimos de São Francisco de Paula, o italiano Padre Frei Gregório Colatorti, OM. A missa teve animação musical do Grupo Ir ao Povo.
O lema sacerdotal escolhido foi à frase do Papa Francisco: “Sede pastores com o cheiro de ovelhas” e todos puderam perceber o motivo da escolha quando o neo-sacerdote, após ter suas mãos ungidas pelo bispo, foi de encontro ao povo e andou por toda a extensão da igreja arrancando aplausos e emocionando os presentes.
O neo-sacerdote Frei Leandro de Queiroz Albuquerque O.M., nasceu na capital de São Paulo, no Bairro do Capão Redondo, em 12 de Setembro de 1989. É o mais velho dos dois filhos do casal Sandro Francisco de Albuquerque e Claudia Aparecida de Queiroz Albuquerque. Fruto da Diocese de Campo Limpo foi batizado na Paróquia Nossa Senhora das Graças, na Vila Remo e aos 10 anos de idade iniciou sua caminhada eclesial nas comunidades do Santuário São José Operário.
Em 2001 conheceu a Ordem dos Mínimos e no ano seguinte começou a caminhada de discernimento Vocacional com visitas e encontros vocacionais no Seminário Maior São Francisco de Paula, no Capão Redondo. Ingressou neste seminário quatro anos depois e em 2011 proferiu seus primeiros votos de obediência, castidade, pobreza e vida quaresmal em Bogotá na Colômbia, se tornando um religioso mínimo.
Professou os votos perpétuos no dia 29 de novembro de 2017 na paróquia Divino Espírito Santo na cidade de Guarapuava, pelas mãos do atual delegado da Ordem dos Mínimos no Brasil, Padre Frei José Antônio de Lima OM. e no dia 16 de dezembro de 2017, na Paróquia Nossa Senhora do Carmo pelas mãos e prece de Dom Luiz Antônio Guedes, bispo diocesano de Campo Limpo, tornou-se diácono.
Atualmente Frei Leandro faz parte da comunidade formativa do seminário maior e paroquial de São Paulo auxiliando nos diversos serviços de formação e pastorais dessa mesma comunidade religiosa.

Membro da Pastoral Familiar Diocesana é ordenado diácono permanente
No último dia 1º de novembro, dia de Todos os Santos, na igreja matriz da paróquia Nossa Senhora das Dores, em Juquitiba-SP, a Diocese de Campo Limpo se alegrou na celebração eucarística na qual foi ordenado o Diácono Permanente Pedro Schmickler, pela prece de ordenação e imposição das mãos de Dom Luiz Antônio Guedes, para o serviço de Deus e da Igreja.
Com muita alegria e satisfação, a celebração eucarística contou com a presença de padres e diáconos permanentes da Diocese, além dos seminaristas do Seminário Nossa Senhora Aparecida, e de familiares e amigos do ordenando.
Com o lema “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo” (cf. Jo 15, 12b), o paranaense, natural de Bituruna-PR, e esposo de Lucimara Schmickler, recebeu o primeiro grau da ordem para exercer o ministério, sinal sacramental de “Cristo Servo”. O casal Schmickler, há três anos participa da Pastoral Familiar de nossa Diocese e juntos deram mais um passo de oferta a Deus, pois, para que o candidato ao diaconato receba o sacramento da ordem é preciso que sua esposa o apoie nessa decisão.
Na homilia, num discurso espontâneo muito comovente, Dom Luiz ressaltou a importância da vocação do diácono e o comprometimento com a liturgia, o anúncio da Palavra e a caridade. O magistério da Igreja, nos ensina que cabe aos diáconos “administrar solenemente o Batismo, guardar e distribuir a Eucaristia, assistir e abençoar o Matrimônio em nome da Igreja, levar o viático aos moribundos, ler aos fiéis a Sagrada Escritura, instruir e exortar o povo, presidir ao culto e à oração dos fiéis, administrar os sacramentais, dirigir os ritos do funeral e da sepultura” (cf. Lumen Gentium, 29).

Diocese de Campo Limpo 30 anos de história
Comissão prepara festa dos 30 anos da diocese e lança como primeira motivação subsídio especial para as Novenas de Natal 2018.
COMIPA: Sinal de conversão
No sábado, 03 de novembro, uma equipe do COMIDI de Campo Limpo assessorou o encontro de formação missionária para as paróquias da Diocese de Santos. O encontro foi organizado pelo próprio COMIDI local que também indicou como tema a implantação dos Conselhos Missionários Paroquiais (COMIPAs).
A partir desse tema, a proposta elaborada apresentou o COMIPA como uma estrutura de comunhão da paróquia voltada a suscitar e alimentar o espírito missionário em todos seus membros e em todas as pastorais.
Neste sentido, o COMIPA é chamado a ser na paróquia ‘sinal’ daquela ‘conversão pastoral’ que a Igreja reconhece necessária para se renovar interiormente em vista de recuperar sua autenticidade, tanto na vivência comunitária, quanto na atuação pastoral.
A primeira raiz da ‘conversão pastoral’ encontra-se no Concílio Vaticano II, cujo espírito ecoa em todos os documentos missionários sucessivos e no Magistério da Igreja Latino-americana. Em particular, os recentes Documentos nº 100 da CNBB Comunidade de Comunidades: uma nova Paróquia. A conversão pastoral da Paróquia e as atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil assumem com insistência o apelo para concretizar este processo íntimo de renovação para uma ‘Igreja em saída’, capaz de responder aos grandes desafios da evangelização do mundo atual.
Participaram do encontro cerca de 100 agentes de pastoral ativamente empenhados a concretizar a implantação do COMIPA em suas próprias paróquias, seguindo as indicações do plano diocesano promovido pelo bispo diocesano de Santos, Dom Tarcísio Scaramussa.
A colaboração entre os COMIDI’s das duas dioceses busca aprofundar a fraternidade eclesial entre as dioceses do Sub-Regional SP2 às quais pertencem também em vista da promoção dos Projetos Missionários Amazônia e Pemba do Regional Sul 1, que necessitam de uma capilar divulgação entre as comunidades, possível só a partir da atuação dos COMIPA’s em cada diocese.

Novembro: mês diocesano de conscientização sobre o dízimo
O Dízimo é um gesto de Amor, é expressão de fé e responsabilidade, e sobretudo agradecimento a Deus.
1ª caminhada de fé: 50 peregrinos participaram da peregrinação a pé ao Santuário Nacional
Um grupo de aproximadamente 50 pessoas partiu na manhã do dia 06 de outubro, para uma peregrinação até o Santuário Nacional, em Aparecida (SP). Foi a 1ª Romaria Diocesana a pé que, quer a cada ano, reunir um número cada vez maior de participantes.
Padre Marcos Joaquim Patrício, Coordenador Diocesano de Pastoral e idealizador, partiu com o grupo. É a segunda vez que o padre percorre o trajeto de 200 quilômetros a pé. “O ano passado eu fiz esta experiência pela primeira vez, era um propósito pessoal. Este ano desejei que mais pessoas vivessem essa experiência e com a ajuda e participação de uma equipe organizadora conseguimos vivenciar momentos únicos e cheios de emoção”, ressaltou o padre.
Na véspera da saída, uma missa de envio na Capela da Catedral foi celebrada pelo Bispo Diocesano Dom Luiz Antônio Guedes, que rogou a proteção e a benção de Deus para o grupo de peregrinos. A celebração contou também com a participação dos familiares, houve um café compartilhado para interação e partilha de experiências. Às seis da manhã do sábado (06/10) reunidos na escadaria da catedral e ao badalar dos sinos a peregrinação teve início.
Foram cinco dias de caminhada até chegarem ao Santuário Nacional. A primeira parada aconteceu na Paróquia Santo Antônio, Vila Augusta na diocese de Guarulhos, lá aconteceu um momento lindo de acolhida e celebração da Eucaristia onde foram enviados os romeiros daquela comunidade, que também fizeram a sua romaria a Casa da Mãe Aparecida saindo no dia 08 de outubro.
Todos os dias, antes do amanhecer, a Santa Missa fortaleceu os peregrinos diocesanos. Na partilha da palavra, Padre Marcos Patrício fez questão de lembrar aos participantes que a caminhada era um grande retiro espiritual e que cada pessoa era convidada a deixar quilometro a quilometro tudo àquilo que afasta de Deus.
Todo o dia foi possível sentir a harmonia e solidariedade em todas as muitas pessoas que ao longo do caminho, voluntariamente, ajudavam com água, fruta, massagem nos pés ou simplesmente palavras de ânimo.
A chegada ao Santuário aconteceu como o programado, um dia antes da festividade da padroeira do Brasil. Muito emocionados, embora fisicamente esgotados, muitos peregrinos, em seus diversos motivos, agradeceram a intercessão da Senhora Aparecida já desejosos de repetirem o trajeto no próximo ano com ainda mais pessoas.
Entre agradecimentos, pedidos e busca interior colocamos logo abaixo das fotos, o testemunho dos que vivenciaram esta caminhada de fé.

“Fui indagado porque fiz a caminhada, respondi: Foi um chamado da Mãe Aparecida para uma vivência de fé, solidariedade, amor e superação.” Douglas- Unidade Pastoral Horto do Ypê
“A caminhada primeiramente foi a realização de um sonho e logo em seguida se tornou sonho + fé, pois sem fé não se consegue fazer essa caminhada Mariana. Não foi fácil achei bem difícil, mas na certeza que Deus me sustentou e que Nossa Senhora me carregou no colo quando foi necessário.” Susana Galdino - Paróquia Santa Maria Goretti
“Sonhava caminhar até a casa da mãe Aparecida, para agradecer uma graça recebida: o sucesso de uma cirurgia oftalmológica de descolamento de retina, que me fez voltar a ENXERGAR! Porém ao caminhar passei a VER: o imenso amor que milhares de romeiros têm por Nossa Senhora, a enorme solidariedade de anônimos que nos ajudaram incansavelmente. Cheguei aos pés de Maria e agradeci, por enxergar sua imagem e por ver o quanto ama seus filhos!” Luiz Fernando Cauduro - Paróquia São Bento
“Para mim foi muito além de uma caminhada, foi uma grande manifestação de fé e devoção a Nossa Senhora Aparecida, onde as vezes pensei: É pelo “sim” de Maria que hoje nós romeiros dizemos sim a Deus.” Paulo Faria - Unidade Pastoral Horto do Ypê
“Paulo Farias não conclui minha caminhada más até Guarulhos senti em paz!” Dona Sandra
“Um dos momentos mais sublimes foi quando pude carregar em meus braços a imagem de Nossa Senhora Aparecida, a quem aprendi a venerar desde criança ensinada pelas minhas avós e nesse momento, a gratidão e a emoção transbordou pelos meus olhos, lembrei de tantas coisas, de tantos ensinamentos, de tantas pessoas e coloquei cada uma nos braços amorosos da minha e nossa mãe”. Andreia - São Camilo de Lélis - Santo André.
"É, saber que em dias chuvosos, quentes e mesmo nublado, Nossa Senhora da Conceição Aparecida me deu FORÇAS para vencer esta semana na minha vida.” Célia - Paróquia São João Evangelista
“No começo foi difícil, pensei que não iria conseguir, mais quando as dores vinham sentia ela me puxando pela mão e dizendo: - Coragem meu filho, você consegue! Minha motivação, agradecer, somente agradecer, por minha noiva e futura esposa e por conseguir pagar o casamento em meio a tantas dificuldades.” Filipe - Paróquia São Luiz Gonzaga - ZN Vila Sta. Maria
“Mesmo não conseguindo fazer todo o percurso a pé eu sentir ela me dando força para continuar lá, ajudando no apoio ouvindo histórias de vida me senti realizada” Luana - Paróquia Nossa Senhora Divina Pastora, Ourizona – PR.
“Foi minha segunda caminhada, mas foi somente nessa que realmente me encontrei com Nossa Senhora, senti que fui guiada por Ela, em nenhum momento pensei em desistir, mesmo com dores fortes, Ela me guiou... Obrigada Pe. Marcos por suas palavras, obrigada Sheyla por sua coragem...” Solange
“E difícil dizer em poucas palavras como foi estes sete dias, mas o que posso dizer é uma experiência tão grande e difícil explicar onde mistura fé, dor, emoção e a alegria da chegada” Carmen - São José Operário
“Minha experiência com a caminhada foi incrível, até um certo tempo estava distanciado da igreja por motivos particulares, e estava passando por um momento complicado em minha vida, então apareceu essa oportunidade incrível e resolvi acolher de coração aberto. Foi uma experiência maravilhosa vivida nesses 6 dias que estou levando para minha vida”. Ivan Nepomuceno, Paróquia Santa Suzana, Forania Morumbi
“A minha experiência começou no ano passado, quando recebi um e-mail falando de uma caminhada que seria de Mogi até a casa da MÃE, que por algum motivo que não me lembro, acabei não participando. Porém quando foi em julho surgiu como do nada em meus pensamentos para procurar esse e-mail que eu tinha deixado gravado e entrei em contato com a pessoa que tinha me enviado e me respondendo dizendo que não estava mais com o grupo de Mogi, mas que ele conhecia um pessoal da Diocese de Campo Limpo, que são seria e sem visar lucro com o projeto. Isso já dizia pra mim o chamado de Deus para estar com esse grupo e vivenciamos juntos todo ciclo da bíblia em 7 dias rumo a casa da MÃE. Fica a mensagem como lema em nossas vidas: VAAAMOOOS, TÁ CHEGANDO e o principal...NUNCA DESISTA ...DE DEUS, POIS ELE NUNCA DESISTE DE NÓS”. Wanderlei Cassiano Dias - Santuário São Judas Tadeu
“Minha Motivação: Quatro de Outubro de 2017 fiz uma cirurgia de coluna, colocando duas hastes e seis pinos; na encubação tive problema na traquéia, ficando três dias na UTI. Nestes dias via N. S. Aparecida, e seu manto era as asas que estava em mim fazendo com que eu movimentasse. Quando eu olhava pra Ela, era o meu rosto que eu via. Pensava, eu sou devota de N. S. da Conceição. Sai do hospital dia dose do dez! Cinco de abril 2018 outra cirurgia, prótese total do joelho direito. Em agosto, na Catedral C. Limpo ouvi o convite pra caminhada, imediatamente pensei darei a contribuição de ir como apoio. Se Deus e N. Senhora permiti irei novamente. Minha frase: Um grande presente que recebi...” Telma- voluntária.
“Eu me chamo Maria Alexandre, sou da Paróquia Santíssima Trindade; Depois de 2 anos amadurecendo um desejo de ir a pé para o Santuário de Aparecida, pude concluir este ciclo da minha vida, com uma experiência única: Gratidão, por minha Família que começou no dia "dela" conheci meu esposo 12 de outubro de 1982 e meu terceiro neto milagre de Nossa Mãe Nasceu neste dia Especial em 2015, rendo Louvores e Graças.” Maria Alexandra - Santíssima Trindade.
“Minha motivação agradecimento, aposentei no final do ano passado sendo que trabalhei 30 anos no serviço público, nos últimos 02 anos antes da minha aposentadoria tive muita dificuldade e rezei muito a nossa senhora pedindo auxilio e ela me deu coragem para prosseguir e consegui sobreviver” Marli - Paróquia São Joaquim, Cambuci.
“Tive uma experiência nada boa no ano passado, mas como amo Nossa Senhora, resolvi ir novamente, andei para agradecer as graças que meus amigos e parentes conseguiram e consegui levar duas romeiras novas, em 2019 vou levar mais Três, porque ver a cúpula do Santuário depois de tanto andar e indescritível.” Jurema - Basílica Santo Antônio do Embaré, Santos.
“Motivo da minha caminhada de fé foi à promessa que fiz a nossa Senhora, minha esposa ficou muito doente, não aguentava ver tanto sofrimento, foi ai que pedi a nossa senhora a cura para ela, eu iria a pé a Aparecida, após 15hrs de cirurgia, 20 dias internada dos quais 11 na UTI, ela volta pra casa. Eu procurava uma companhia para ir, não encontrava, mas sempre confiando Deus provê, Deus proverá,quando nosso padre trouxe o jornal da diocese e eu li sobre a caminhada, pensei olha o convite de Deus, fiquei tão feliz por poder cumprir minha promessa, me senti numa família com todos que caminharam juntos. E graças a Deus e a intercessão de nossa senhora minha esposa está muito bem,cada vez que vai as consultas seus médicos se surpreendem e dizem quem te viu quem te vê, só agora contei a ela que era promessa a minha caminhada de fé, ela chorou de alegria”. Geraldo - Santuário Nossa Senhora dos Prazeres e Divina Misericórdia- Itapecerica da Serra.
“Fui Agradecer pelas muitas graças que recebi na minha vida e dos meus familiares pelos opera do tendão do joelho de minha filha que ocorreu tudo bem e pelo meu filho mais novo pelo pulmão dele, que graças a Deus não precisou ser operado, pelo emprego deles que estão todos trabalhando, pelo meu neto que esta vindo ai, para libertação dos vícios deles como também agradecer pela libertação dos meus vícios.” João Martins
Foram seis dias de muita aprendizagem, superação, testemunha de determinação e solidariedade. Conheci pessoas e suas histórias; procurei ser útil a quem precisava mesmo que fosse só com uma palavra de incentivo, passei por muita dificuldades no meu pé por questão da contusão sofrida em julho de 2018, às vezes nossas forças falham e pensamos que não vamos conseguir continuar a missão RUMO A CASA DA MÃE. Me sinto muito feliz e lisonjeada de ter participado como APOIO junto ao Grupo de Equipe da Diocese de Campo Limpo. O objetivo foi alcançado de chegar até o SANTUARIO DE NOSSA SENHORA APARECIDA renovando a força e a Fé que a muito tempo não sentia,agradeço a Deus por viver mais uma experiência de caminhada , meu muito Obrigado cada Romeiro, volto para o Paraná com o coração realizado. Rayssa Martelosso / Ourizona - PR
O Padre e os Partidos Políticos
Para nós católicos, o pecado da omissão sempre foi posto ao lado dos outros pecados graves, digno de ser confessado e reparado, na medida do possível.
Em relação a preferências políticas ou mesmo pelo fato de sermos premidos por injustiças sociais, nos sentimos responsáveis pelo destino da nação, assumindo posições e aderindo a ideologias partidárias, a fim de não pecarmos por omissão. Esse comportamento, no entanto, embora compreensível sob o ponto de vista social, não se sustenta e chega até a ser inaceitável para pessoas que se supõe pastores de um rebanho democraticamente diverso em seus posicionamentos políticos e não menos digno de atenção e sobretudo respeito por parte de seus pastores.
O que nos proíbe de tomar partido, em última análise, é a nossa própria origem. O Cristianismo, desde cedo, se caracteriza pelo amor universal, universalidade essa baseada no fato de que, filhos de um mesmo pai, somos todos irmãos.
Atitudes políticas unilaterais, sejam elas de direita ou de esquerda podem conduzir a experiências desastrosas. Quando se faz uma opção por um lado, a tendência é rechaçar o contrário, e isso faz com que, naturalmente, as ideias acabem sendo impostas, de maneira violenta ou até mesmo sutil, e ambas as formas produzem sempre efeitos negativos na trama dos laços sociais. Nesse sentido, toda forma de apologética, seja ela religiosa ou política, é perigosa, pois cria ressentimentos e separações. Adorno e Horkheimer, em “Dialética do Esclarecimento” dizem que “quando a linguagem se torna apologética, ela já está corrompida”. Nesse mesmo texto, que parece tirado do evangelho, afirmam: “Será que você não pode mostrar o lado bom e proclamar como princípio o amor, ao invés da amargura infinita?”.
A palavra que falamos sempre pode intrigar, propalar, sugerir, segundo os dois pensadores, mas mesmo envolvidas na ação da realidade, também podem ser dirigidas no sentido da mentira e ao serviço da violência e do despotismo. O problema ainda, quando tomamos uma posição político-partidária é que a linguagem utilizada para isso só enxerga o que quer, e faz tudo para que as coisas pertençam ao seu meio. Nesse sentido, a linguagem usada como instrumento para este ou aquele lado, se identifica com a mentira. Adorno chega a dizer que esse tipo de linguagem se identifica mesmo com as trevas!
Nosso maior trunfo, como sacerdotes, é a palavra e, portanto, dela se deve cuidar para que não traga confusão e divisão. Sigmund Freud, em seu livro “A Psicologia das Massas e a Análise do Eu”, de 1921, afirmava que “A multidão se mostra muito acessível ao poder verdadeiramente mágico das palavras, as quais são suscetíveis tanto de provocar na alma coletiva as mais violentas tempestades como de apaziguá-las e fazê-las voltar à calma”.
Precisamos, sim, denunciar as injustiças, marca insofismável da sociedade brasileira, mas, para isso, temos que contar com o evangelho de Cristo, que nunca se equivoca e nem decepciona, como os partidos políticos
Pe. Alfredo C. Veiga,
Assessor da Pastoral Fé e Política Diocesana.
Graduado em filosofia, teologia e história, mestre em estética e história da arte pela USP, psicólogo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, doutor em história social pela FFLCH-USP e doutorando em psicologia pela PUC.








